Com caixões, oposição denuncia morte da CLT

Deputados de oposição entraram com caixões e grandes cruzes no plenário do Senado na noite desta quarta-feira 26 para protestar contra a reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer, a fim de denunciar a morte da CLT; do lado de fora, trabalhadores também colocaram fogo em caixões; os parlamentares seguraram ainda grandes placas com a imagem da CLT rasgada; o plenário da Câmara rejeitou, por 270 votos a 64, o requerimento de retirada de pauta do projeto de lei; segundo o relatório do deputado Rogerio Marinho (PSDB-RN), o acordo coletivo prevalecerá sobre a lei e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista, abrindo o caminho para qualquer retirada de direitos

Deputados de oposição entraram com caixões e grandes cruzes no plenário do Senado na noite desta quarta-feira 26 para protestar contra a reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer, a fim de denunciar a morte da CLT; do lado de fora, trabalhadores também colocaram fogo em caixões; os parlamentares seguraram ainda grandes placas com a imagem da CLT rasgada; o plenário da Câmara rejeitou, por 270 votos a 64, o requerimento de retirada de pauta do projeto de lei; segundo o relatório do deputado Rogerio Marinho (PSDB-RN), o acordo coletivo prevalecerá sobre a lei e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista, abrindo o caminho para qualquer retirada de direitos
Deputados de oposição entraram com caixões e grandes cruzes no plenário do Senado na noite desta quarta-feira 26 para protestar contra a reforma Trabalhista proposta pelo governo Temer, a fim de denunciar a morte da CLT; do lado de fora, trabalhadores também colocaram fogo em caixões; os parlamentares seguraram ainda grandes placas com a imagem da CLT rasgada; o plenário da Câmara rejeitou, por 270 votos a 64, o requerimento de retirada de pauta do projeto de lei; segundo o relatório do deputado Rogerio Marinho (PSDB-RN), o acordo coletivo prevalecerá sobre a lei e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista, abrindo o caminho para qualquer retirada de direitos (Foto: Gisele Federicce)


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Brasília 247 - Deputados federais de oposição ao governo Temer entraram com caixões e grandes cruzes no plenário do Senado na noite desta quarta-feira 26 para protestar contra a reforma Trabalhista proposta pelo governo federal, a fim de denunciar a morte da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Os parlamentares também seguraram grandes placas com a imagem da CLT rasgada. Durante a leitura do relatório pelo deputado Rogerio Marinho (PSDB-RN), deputados ficaram ao lado do relator segurando as placas. Do lado de fora, trabalhadores também colocaram fogo em caixões.

Ao votarem "não", os parlamentares de oposição defenderam a greve geral de sexta-feira 28 contra as reformas, pediram "fora Temer" e criticaram duramente a retirada de direitos dos trabalhadores. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a suspender a sessão por conta dos protestos, mas a reabriu em seguida.

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O plenário da Câmara rejeitou, por 270 votos a 64, o requerimento de retirada de pauta do projeto de lei. Segundo o relatório, o acordo coletivo prevalecerá sobre a lei e o sindicato não mais precisará auxiliar o trabalhador na rescisão trabalhista. A contribuição sindical obrigatória é extinta.

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