CNJ: Lewandowski cria comissão por nova sede

Na reabertura dos trabalhos do CNJ, após o recesso do Judiciário, o presidente do colegiado e do STF, ministro Ricardo Lewandowski, determinou a formação de uma comissão para tratar da nova sede do órgão; o ministro argumenta que a dispersão do órgão em vários locais prejudica a integração dos servidores e das áreas, aumenta o custo de manutenção e dificulta o acesso do público às atividades do CNJ

Na reabertura dos trabalhos do CNJ, após o recesso do Judiciário, o presidente do colegiado e do STF, ministro Ricardo Lewandowski, determinou a formação de uma comissão para tratar da nova sede do órgão; o ministro argumenta que a dispersão do órgão em vários locais prejudica a integração dos servidores e das áreas, aumenta o custo de manutenção e dificulta o acesso do público às atividades do CNJ
Na reabertura dos trabalhos do CNJ, após o recesso do Judiciário, o presidente do colegiado e do STF, ministro Ricardo Lewandowski, determinou a formação de uma comissão para tratar da nova sede do órgão; o ministro argumenta que a dispersão do órgão em vários locais prejudica a integração dos servidores e das áreas, aumenta o custo de manutenção e dificulta o acesso do público às atividades do CNJ (Foto: Leonardo Lucena)


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Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil

Na reabertura dos trabalhos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), após o recesso do Judiciário, o presidente do colegiado e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, determinou a formação de uma comissão para tratar da nova sede do órgão. Atualmente, a maior parte da estrutura do conselho funciona em um prédio da década de 1970, localizado na Asa Norte, em Brasília.

Setores do conselho também estão instalados em espaços cedidos pelo STF, Tribunal Superior do Trabalho, Superior Tribunal de Justiça e pela Empresa Brasil de Comunicação.

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De acordo com a assessoria do CNJ, em dias de chuva, o prédio da 514 Norte enfrenta constantes problemas de energia e goteiras. Ao determinar a criação da comissão, Lewandowiski argumentou que a dispersão do órgão em vários locais prejudica a integração dos servidores e das áreas, aumenta o custo de manutenção e dificulta o acesso do público às atividades do CNJ.

A comissão será formada por 11 membros, entre conselheiros e representantes da diretoria-geral do CNJ, e terá 30 dias para apresentar propostas ao plenário do conselho, que deliberará sobre o tema. As propostas poderão variar desde o aluguel de uma sede provisória até a construção de um espaço próprio.

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