Chico Vigilante rebate críticas de guru de Marina

Em resposta às críticas sobre a nova equipe econômica, feita por Eduardo Gianetti da Fonseca, guru de Marina Silva (PSB), o deputado Chico Vigilante (PT) disse que o tucano "critica por criticar"; "Se fosse ele [Gianetti] o indicado para o cargo, aí sim, teríamos uma guinada radical rumo ao buraco econômico, uma vez que suas propostas são aleatórias e desconexas e não apontam na direção de uma política econômica definida"; petista lembrou também que vivemos em uma República presidencialista que os ministros executam ações determinadas pela presidente Dilma Rousseff

Em resposta às críticas sobre a nova equipe econômica, feita por Eduardo Gianetti da Fonseca, guru de Marina Silva (PSB), o deputado Chico Vigilante (PT) disse que o tucano "critica por criticar"; "Se fosse ele [Gianetti] o indicado para o cargo, aí sim, teríamos uma guinada radical rumo ao buraco econômico, uma vez que suas propostas são aleatórias e desconexas e não apontam na direção de uma política econômica definida"; petista lembrou também que vivemos em uma República presidencialista que os ministros executam ações determinadas pela presidente Dilma Rousseff
Em resposta às críticas sobre a nova equipe econômica, feita por Eduardo Gianetti da Fonseca, guru de Marina Silva (PSB), o deputado Chico Vigilante (PT) disse que o tucano "critica por criticar"; "Se fosse ele [Gianetti] o indicado para o cargo, aí sim, teríamos uma guinada radical rumo ao buraco econômico, uma vez que suas propostas são aleatórias e desconexas e não apontam na direção de uma política econômica definida"; petista lembrou também que vivemos em uma República presidencialista que os ministros executam ações determinadas pela presidente Dilma Rousseff (Foto: Aquiles Lins)


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Brasília 247 - O deputado distrital Chico Vigilante (PT) rebateu neste sábado, 29, as críticas do guru econômico de Marina Silva (PSB), Eduardo Gianetti da Fonseca, que atacou a indicação de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. Gianetti disse que a presidente havia feito os petistas de "palhaços" com a escolha da nova equipe econômica (leia mais).

Em nota enviada à imprensa, Vigilante lembrou que o Brasil é uma república presidencialista e que, tanto Levy, quanto Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, do Planejamento e Banco Central, respectivamente, assim como os demais ministros seguem as determinações maiores da presidente da República.

"O que podemos constatar é que Gianetti critica por criticar. Se fosse ele o indicado para o cargo, aí sim, teríamos uma guinada radical rumo ao buraco econômico, uma vez que suas propostas são aleatórias e desconexas e não apontam na direção de uma política econômica definida", rebateu o parlamentar petista. 

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Chico Vigilante disse ainda que acredita que os ajuste fiscal que deve ser executado pelo novo governo Dilma será gradual que a meta de superávit primário anunciada – 1,2% do PIB para 2015 e de 3% para os anos seguintes – não trará recessão e terá foco no crescimento econômico, além de preservar as políticas sociais.

"Portanto, a oposição deveria descer do palanque, aceitar que perdeu as eleições, e tentar entender o porquê, no lugar de ficar resmungando pelos cantos. É necessário aprender a respeitar a vontade soberana da maioria do eleitorado brasileiro, que escolheu Dilma Rousseff como presidenta do Brasil', concluiu.

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Leia na íntegra a nota de Chico Vigilante. 

"NOTA À IMPRENSA

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Chico Vigiante

Independentemente de quem sejam os ministros, quem dá a última palavra sobre os destinos do país é a presidenta Dilma Rousseff.

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O guru econômico de Marina Silva, Eduardo Gianetti, o mesmo que durante a campanha presidencial nos presenteou com perólas do tipo "a opção para fazer o ajuste econômico será pela via mais dura; os compromisso sociais assumidos no programa vão depender do equilíbrio fiscal; e a indústria pode se preparar para uma operação "desmame", se acha agora no absurdo direito de criticar a indicação de Joaquim Levy para o ministério da Fazenda, pela presidenta Dilma Rousseff.

Gianetti, uma quase unanimidade entre os economistas de renome do país, por não ser um especialista do conhecimento macroeconômico, classificou Levy de Chicago Boy e disse que sua escolha representará uma guinada de 180 graus na política econômica brasileira.

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Na verdade, o ministro é formado em engenharia naval, mestrado em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, e doutourado também em Economia pela Universidade de Chicago, currículo pra ninguém botar defeito.

O que podemos constatar é que Gianetti critica por criticar. Se fosse ele o indicado para o cargo, aí sim, teríamos uma guinada radical rumo ao buraco econômico, uma vez que suas propostas são aleatórias e desconexas e não apontam na direção de uma política econômica definida.

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Apostando na discórdia interna do PT ele disse que Dilma fez os petistas de palhaços ao nomear Levy. Quem desprezou e cuspiu no prato que comeu foi Marina Silva, que depois de se eleger vereadora e senadora pelo PT e ser indicada ministra por um governo petista, se aliou aos inimigos dando um chute na classe trabalhadora.

Acho importante lembrar aos críticos das escolhas da presidenta Dilma aos nomes de Levy para a pasta da Fazenda, Kátia Abreu para a Agricultura, e de Nelson Barbosa para o Planejamento, que o Brasil é uma república presidencialista e que estes ministros, assim como os demais, são importantes, mas seguem as determinações maiores da presidente da República.

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Acredito no seu compromisso de que o ajuste fiscal será gradual; que a meta de superávit primário anunciada – 1,2% do PIB para 2015 e de 3% para os anos seguintes – não trará recessão e terá foco no crescimento econômico, além de preservar as políticas sociais.

Portanto, a oposição deveria descer do palanque, aceitar que perdeu as eleições, e tentar entender o porquê, no lugar de ficar resmungando pelos cantos. É necessário aprender a respeitar a vontade soberana da maioria do eleitorado brasileiro, que escolheu Dilma Rousseff como presidenta do Brasil."

Leia também: Para guru de Marina, Dilma fez petistas de palhaços

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