Carta de Delcídio a senadores é 'prova de traição'
Ameaçado de cassação, o ex-líder do governo Delcídio do Amaral (PT-MS) garantiu aos parlamentares que "ódio e revanchismo não ocuparam" sua imaginação no "injusto encarceramento" da Lava Jato; o discurso, no entanto, é confrontado por um suposto acordo de delação de Delcídio, abordado em reportagem da revista "Istoé", no qual teria mencionado a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula em uma tentativa de interferir na operação
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247 - A carta enviada há menos de dez dias por Delcídio do Amaral (PT-MS) aos senadores defendendo sua “lealdade” ao Senado foi exibida nesta quinta-feira (3) como prova da "traição" e "deslealdade" do petista.
Ameaçado de cassação, o ex-líder do governo garantiu aos parlamentares que "ódio e revanchismo não ocuparam" sua imaginação. "Jamais fiz ou farei ameaça a qualquer pessoa", afirmou o senador. "O injusto encarceramento me afastou temporariamente da convivência familiar, social e política. Todavia, não me exonerou da coerência e da razão", continuou.
O discurso, no entanto, é confrontado por um suposto acordo de delação de Delcídio, abordado em reportagem da revista "Istoé", no qual teria mencionado a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula em uma tentativa de interferir na Lava Jato.
Leia aqui reportagem de Daniela Lima sobre o assunto.
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