Cardozo se retira da comissão do impeachment em protesto
Maioria na comissão quer acelerar a votação do processo de afastamento de Dilma Rousseff; a Constituição prevê 180 dias para o processo, mas a tropa de Michel Temer (PMDB) quer reduzir esse tempo para apenas 40; “pela ilegalidade da situação”, o advogado-geral da União afastado, José Eduardo Cardozo, se retirou nesta quinta-feira (2) da comissão do impeachment no Senado, em protesto contra o cerceamento de defesa
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O advogado-geral da União afastado, José Eduardo Cardozo, se retirou nesta quinta-feira (2) da comissão do impeachment no Senado em protesto contra o cerceamento de defesa da presidente eleita Dilma Rousseff.
Os golpistas, que são maioria na comissão, querem acelerar a votação. A Constituição prevê 180 dias para o processo, mas a tropa de Michel Temer (PMDB) quer reduzir esse tempo para apenas 40. Abaixo, assista ao vídeo:
A comissão também proibiu que os áudios com gravações do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado (PSDB), com lideranças peemedebistas, fossem utilizadas como prova de inocência da presidente da República.
Ao barrar provas que poderiam inocentar Dilma, os senadores estão estuprando o Estado Democrático de Direito. (Alô, Supremo! Alô, Supremo! Alô, Supremo!).
A comissão do golpe volta a se reunir na segunda-feira (6), às 16 horas, para definir o cronograma e os prazos das partes.
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