Cardozo: relatório do impeachment agravou ‘ilicitude’ do processo

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, questionou pontos do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) na Comissão Especial da Câmara, que opina pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; segundo Cardozo, o documento, de autoria do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), "agravou a ilicitude do processo" que tem como objetivo afastar a presidente; "Esse relatório só agravou a ilicitude desse processo, só turvou ainda mais a acusação que se coloca, só desrespeitou ainda mais a Constituição Federal nos pontos em que está colocada", disse ele em coletiva de imprensa

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, questionou pontos do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) na Comissão Especial da Câmara, que opina pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; segundo Cardozo, o documento, de autoria do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), "agravou a ilicitude do processo" que tem como objetivo afastar a presidente; "Esse relatório só agravou a ilicitude desse processo, só turvou ainda mais a acusação que se coloca, só desrespeitou ainda mais a Constituição Federal nos pontos em que está colocada", disse ele em coletiva de imprensa
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, questionou pontos do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) na Comissão Especial da Câmara, que opina pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff; segundo Cardozo, o documento, de autoria do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), "agravou a ilicitude do processo" que tem como objetivo afastar a presidente; "Esse relatório só agravou a ilicitude desse processo, só turvou ainda mais a acusação que se coloca, só desrespeitou ainda mais a Constituição Federal nos pontos em que está colocada", disse ele em coletiva de imprensa (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, questionou nesta sexta-feira (8) pontos do relatório da comissão especial da Câmara Federal que recomendou a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Segundo Cardozo, o documento, de autoria do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), "agravou a ilicitude do processo" que tem como objetivo afastar a presidente. "Esse relatório só agravou a ilicitude desse processo, só turvou ainda mais a acusação que se coloca, só desrespeitou ainda mais a Constituição Federal nos pontos em que está colocada", afirmou ele, durante coletiva de imprensa.

Cardozo reforçou que o pedido de impeachment foi aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por "vingança". O peemedebista não conseguiu votos contra sua cassação no Conselho de Ética. Cunha foi acusado de mentir à CPI da Petrobras ao negar ter contas no exterior. Mas o procurador geral da República, Rodrigo Janot, confirmou que ele e sua família têm contas na Suíça. 

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O relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) sobre o impeachment deverá ser votado na próxima segunda-feira (8). Depois, seguirá para votação no plenário, onde são necessários pelo menos 342 votos dentre os 513 deputados para que a abertura do processo seja autorizada. Se autorizado, o processo segue para o Senado, responsável por decidir se a presidente cometeu ou não crime de responsabilidade.

 

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