Cardozo diz que Lula e FHC também praticaram pedaladas fiscais

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou a tentativa de punir a presidente Dilma Rousseff pelas chamadas "pedaladas fiscais"; segundo ele, o procedimento ocorre desde 1994 e foi usado nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula; "Caso se chegue à conclusão de que as operações são equivocadas, reprimenda retroativa a presidente é correto? Não acredito. Que se proíba daqui pra frente", disse, em audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou a tentativa de punir a presidente Dilma Rousseff pelas chamadas "pedaladas fiscais"; segundo ele, o procedimento ocorre desde 1994 e foi usado nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula; "Caso se chegue à conclusão de que as operações são equivocadas, reprimenda retroativa a presidente é correto? Não acredito. Que se proíba daqui pra frente", disse, em audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou a tentativa de punir a presidente Dilma Rousseff pelas chamadas "pedaladas fiscais"; segundo ele, o procedimento ocorre desde 1994 e foi usado nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula; "Caso se chegue à conclusão de que as operações são equivocadas, reprimenda retroativa a presidente é correto? Não acredito. Que se proíba daqui pra frente", disse, em audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Câmara - O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, criticou a tentativa de punir a presidente Dilma Rousseff pelas chamadas "pedaladas fiscais". Segundo ele, o procedimento ocorre desde 1994 e foi usado nos governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula.

"Caso se chegue à conclusão de que as operações são equivocadas, reprimenda retroativa a presidente é correto? Não acredito. Que se proíba daqui pra frente", disse, em audiência pública da Comissão de Finanças e Tributação.

O ministro afirmou que o governo mantém contratos de prestação de serviço com Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, e negou que sejam operações de crédito. Do ponto de vista jurídico, ele está seguro que não houve descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Nenhuma ilegalidade existe", concluiu.

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Cardozo também defendeu a legalidade dos repasses para o BNDES relativos ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI). "É uma equalização que está prevista em lei e em portaria do Ministério da Fazenda", afirmou.

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