Cardozo diz não haver problema em ir à CPI da Petrobras

Convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras para explicar o grampo ilegal encontrado na cela do doleiro Alberto Youssef, na Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse, por meio de nota, não haver problema em ir à CPI; “Se eu puder colaborar de alguma forma para a elucidação dos fatos, eu o farei. Comparecer ao Parlamento é sempre uma honra para mim”, afirmou 

Convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras para explicar o grampo ilegal encontrado na cela do doleiro Alberto Youssef, na Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse, por meio de nota, não haver problema em ir à CPI; “Se eu puder colaborar de alguma forma para a elucidação dos fatos, eu o farei. Comparecer ao Parlamento é sempre uma honra para mim”, afirmou 
Convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras para explicar o grampo ilegal encontrado na cela do doleiro Alberto Youssef, na Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse, por meio de nota, não haver problema em ir à CPI; “Se eu puder colaborar de alguma forma para a elucidação dos fatos, eu o farei. Comparecer ao Parlamento é sempre uma honra para mim”, afirmou  (Foto: Valter Lima)


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Agência Brasil - Convocado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras para explicar o grampo ilegal encontrado na cela do doleiro Alberto Youssef, na Polícia Federal (PF), em Curitiba, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse, por meio de nota, não haver problema em ir à CPI. “Se eu puder colaborar de alguma forma para a elucidação dos fatos, eu o farei. Comparecer ao Parlamento é sempre uma honra para mim.” A PF é subordinada ao Ministério da Justiça.

Durante votação em bloco, os membros da CPI aprovaram 73 requerimentos de convocação de envolvidos na Operação Lava Jato. Entre eles, os empresários Júlio Camargo e Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, e o policial Jaime de Oliveira, acusado de transportar dinheiro de propina a serviço de Youssef. Também foi convocada a advogada Beatriz Catta Preta, que defende a maioria dos delatores investigados. Os deputados aprovaram ainda requerimentos de quebra de sigilo.

 

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