Cardozo denuncia sucessor à Comissão de Ética

O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, denuncia, nesta terça-feira, seu sucessor na Advocacia-Geral da União, Fábio Medina Osório, à Comissão de Ética da presidência da República; o motivo: Osório decidiu abrir uma sindicância contra Cardozo devido ao fato de ele ter se referido ao impeachment como "golpe" – o que, curiosamente, era feito pelo próprio Osório antes de se tornar ministro; o advogado de Cardozo, Marco Aurélio Carvalho, diz que "nem nos anos de chumbo da ditadura militar" houve acusação de "delitos de opinião jurídica" contra advogados

O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, denuncia, nesta terça-feira, seu sucessor na Advocacia-Geral da União, Fábio Medina Osório, à Comissão de Ética da presidência da República; o motivo: Osório decidiu abrir uma sindicância contra Cardozo devido ao fato de ele ter se referido ao impeachment como "golpe" – o que, curiosamente, era feito pelo próprio Osório antes de se tornar ministro; o advogado de Cardozo, Marco Aurélio Carvalho, diz que "nem nos anos de chumbo da ditadura militar" houve acusação de "delitos de opinião jurídica" contra advogados
O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, denuncia, nesta terça-feira, seu sucessor na Advocacia-Geral da União, Fábio Medina Osório, à Comissão de Ética da presidência da República; o motivo: Osório decidiu abrir uma sindicância contra Cardozo devido ao fato de ele ter se referido ao impeachment como "golpe" – o que, curiosamente, era feito pelo próprio Osório antes de se tornar ministro; o advogado de Cardozo, Marco Aurélio Carvalho, diz que "nem nos anos de chumbo da ditadura militar" houve acusação de "delitos de opinião jurídica" contra advogados (Foto: Leonardo Attuch)


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Brasília 247 – O ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, denuncia, nesta terça-feira, seu sucessor na Advocacia-Geral da União, Fábio Medina Osório, à Comissão de Ética da presidência da República.

O motivo: Osório decidiu abrir uma sindicância contra Cardozo devido ao fato dele ter se referido ao impeachment como "golpe" – o que, curiosamente, era feito pelo próprio Osório antes de se tornar ministro (leia mais aqui). 

O advogado de Cardozo, Marco Aurélio Carvalho, diz que "nem nos anos de chumbo da ditadura militar" houve acusação de "delitos de opinião jurídica" contra advogados.

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Cardozo se diz, ainda, estupefato com a perseguição promovida por seu sucessor interino.

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