Câmara aprova fundo para capitalizar GDF

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (2) a criação do Fundo Especial da Dívida Ativa (Fedat), de autoria do Executivo, autorizando o GDF a vender títulos da dívida ativa para reforçar o caixa do governo; estimativas governamentais apontam que o Fedat poderá arrecadar até R$ 3,2 bilhões, 20% da dívida ativa atual, avaliada em R$ 16 bilhões; o projeto segue agora para sanção do governador Agnelo Queiroz (PT). o coordenador-geral da equipe de transição do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), Hélio Doyle, esteve presente à votação e tentou obter apoio para adiar a decisão, sem êxito

A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (2) a criação do Fundo Especial da Dívida Ativa (Fedat), de autoria do Executivo, autorizando o GDF a vender títulos da dívida ativa para reforçar o caixa do governo; estimativas governamentais apontam que o Fedat poderá arrecadar até R$ 3,2 bilhões, 20% da dívida ativa atual, avaliada em R$ 16 bilhões; o projeto segue agora para sanção do governador Agnelo Queiroz (PT). o coordenador-geral da equipe de transição do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), Hélio Doyle, esteve presente à votação e tentou obter apoio para adiar a decisão, sem êxito
A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (2) a criação do Fundo Especial da Dívida Ativa (Fedat), de autoria do Executivo, autorizando o GDF a vender títulos da dívida ativa para reforçar o caixa do governo; estimativas governamentais apontam que o Fedat poderá arrecadar até R$ 3,2 bilhões, 20% da dívida ativa atual, avaliada em R$ 16 bilhões; o projeto segue agora para sanção do governador Agnelo Queiroz (PT). o coordenador-geral da equipe de transição do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), Hélio Doyle, esteve presente à votação e tentou obter apoio para adiar a decisão, sem êxito (Foto: Leonardo Araújo)


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Luís Cláudio Alves, da CLDF - A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou na sessão ordinária desta terça-feira (2) o projeto de lei nº 2.049/2014, que cria o Fundo Especial da Dívida Ativa (Fedat), de autoria do Executivo. A proposta autoriza o GDF a vender títulos da dívida ativa para reforçar o caixa do governo.

De acordo com a estimativas governamentais, o Fedat poderá arrecadar até R$ 3,2 bilhões, 20% da dívida ativa atual, avaliada em R$ 16 bilhões. Mas a previsão do governo, num primeiro momento, é negociar R$ 2 bilhões para sanear as contas públicas.

O projeto teve sua tramitação concluída e segue agora à sanção do governador Agnelo Queiroz. Dos deputados presentes à votação, apenas Celina Leão (PDT) e Paulo Roriz (PP) votaram contra o projeto. Celina afirmou que a criação do Fundo gera problemas para o futuro governo do DF. A distrital chegou a apresentar três emendas ao projeto, mas as sugestões foram rejeitadas.

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A deputada Arlete Sampaio (PT), líder do governo, defendeu o projeto e conseguiu incluir modificações no texto original. Entre as mudanças aprovadas, estão a definição do BRB como agente do processo de securitização das operações e a redução do teto de negociação da dívida ativa de 50% para 20%. Na opinião da parlamentar, o Fundo não traz nenhum prejuízo para o DF e ainda permitirá ao novo governo captar recursos para investimentos.

O coordenador-geral da equipe de transição do governador eleito Rodrigo Rollemberg (PSB), Hélio Doyle, esteve presente à votação e tentou obter apoio para adiar a decisão, mas não obteve êxito.

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