Caixa de Pandora: Roriz tem pena prescrita e Durval Barbosa perdão judicial

O doleiro Fayed Traboulsi e mais dez pessoas foram condenadas à prisão por peculato e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Caixa de Pandora, que desmantelou um esquema de corrupção no Distrito Federal conhecido como "mensalão do DEM"; por ter mais de 70 anos, o ex-governador Joaquim Roriz (à dir.) teve a pena prescrita, e o delator do esquema, Durval Barbosa (à esq.), recebeu perdão judicial por ter colaborado com as investigações, que apontaram um prejuízo superior a R$ 20 milhões aos cofres públicos

O doleiro Fayed Traboulsi e mais dez pessoas foram condenadas à prisão por peculato e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Caixa de Pandora, que desmantelou um esquema de corrupção no Distrito Federal conhecido como "mensalão do DEM"; por ter mais de 70 anos, o ex-governador Joaquim Roriz (à dir.) teve a pena prescrita, e o delator do esquema, Durval Barbosa (à esq.), recebeu perdão judicial por ter colaborado com as investigações, que apontaram um prejuízo superior a R$ 20 milhões aos cofres públicos
O doleiro Fayed Traboulsi e mais dez pessoas foram condenadas à prisão por peculato e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Caixa de Pandora, que desmantelou um esquema de corrupção no Distrito Federal conhecido como "mensalão do DEM"; por ter mais de 70 anos, o ex-governador Joaquim Roriz (à dir.) teve a pena prescrita, e o delator do esquema, Durval Barbosa (à esq.), recebeu perdão judicial por ter colaborado com as investigações, que apontaram um prejuízo superior a R$ 20 milhões aos cofres públicos (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O doleiro Fayed Traboulsi e mais dez pessoas foram condenadas à prisão por peculato e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Caixa de Pandora, que desmantelou um esquema de corrupção no Distrito Federal conhecido como "mensalão do DEM". Por ter mais de 70 anos, o ex-governador Joaquim Roriz teve a pena prescrita, e o delator do esquema, Durval Barbosa, recebeu perdão judicial por ter colaborado com as investigações, que apontaram um prejuízo superior a R$ 20 milhões aos cofres públicos.

De acordo com o Ministério Público, o grupo montou um esquema para o financiamento da campanha eleitoral de Roriz ao GDF em 2002. A Codeplan e o Instituto Candango de Solidariedade (ICS) teriam sido usados como intermediários no esquema de propina, que celebrava contratos sem licitação com as empresas Linknet e Adler. O MP afirmou que, por meio dessas parcerias, eram emitidas notas fiscais frias que simulavam a prestação de serviços não realizados. Parte do dinheiro repassado às empresas como pagamento pelos falsos contratos teria sido usada no financiamento da campanha de Roriz.

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Antônio Carlos de Almeida Castro, advogado de Fayed Traboulsi em outros processos, afirmou ao G1 que não conhece o responsável pela defesa no caso, mas disse que pediu para ter acesso ao resultado do julgamento.

 

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