Brasilienses farão boicote a postos de combustíveis

Em evento organizado nas redes sociais, mais de 30 mil pessoas confirmaram "presença" no protesto; caso todos os confirmadas no evento façam o boicote, os postos podem ter prejuízos de até R$ 5,7 milhões; o estopim para a mobilização surgiu após o reajuste do litro da gasolina, que era comercializado a um preço médio de R$ 3,772 até 9 de janeiro, segundo a ANP, e passou para R$ 3,96; segundo a discrição do evento, mesmo com o desbaratamento do suposto esquema de cartel em postos, os preços não baixaram

Em evento organizado nas redes sociais, mais de 30 mil pessoas confirmaram "presença" no protesto; caso todos os confirmadas no evento façam o boicote, os postos podem ter prejuízos de até R$ 5,7 milhões; o estopim para a mobilização surgiu após o reajuste do litro da gasolina, que era comercializado a um preço médio de R$ 3,772 até 9 de janeiro, segundo a ANP, e passou para R$ 3,96; segundo a discrição do evento, mesmo com o desbaratamento do suposto esquema de cartel em postos, os preços não baixaram
Em evento organizado nas redes sociais, mais de 30 mil pessoas confirmaram "presença" no protesto; caso todos os confirmadas no evento façam o boicote, os postos podem ter prejuízos de até R$ 5,7 milhões; o estopim para a mobilização surgiu após o reajuste do litro da gasolina, que era comercializado a um preço médio de R$ 3,772 até 9 de janeiro, segundo a ANP, e passou para R$ 3,96; segundo a discrição do evento, mesmo com o desbaratamento do suposto esquema de cartel em postos, os preços não baixaram (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Moradores do Distrito Federal prometem boicotar postos de combustíveis nesta sexta-feira (22/1). Em evento organizado nas redes sociais, mais de 30 mil pessoas confirmaram "presença" no protesto, e outras 18 mil demonstraram interesse em participar. Segundo organizadores, a iniciativa tem como objetivo causar prejuízos financeiras aos revendedores. Caso todas as pessoas confirmadas no evento boicotem o abastecimento de combustível, os postos podem ter prejuízos de até R$ 5,7 milhões. O valor é estimado com base em 30 mil tanques de 48 litros cheios de gasolina abastecidos ao valor médio de R$ 3,967.

O estopim para a mobilização do evento surgiu após o reajuste dos combustíveis. O litro da gasolina, que era comercializado a um preço médio de R$ 3,772 até 9 de janeiro, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), passou para R$ 3,967. Em alguns postos, o valor máximo do litro chega a R$ 3,98.

De acordo a discrição do evento, mesmo com o desbaratamento do suposto esquema de cartel que envolve distribuidoras e empresas donas de postos, os preços não baixaram. A expectativa dos consumidores era de que os preços caíssem até 20%. Segundo a Polícia Federal, estima-se que a principal rede investigada lucra diariamente R$ 800 mil. 

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