Brasília vai tremer: prisão de doleiro movimenta bastidores na capital

O doleiro Francisco Araújo Júnior, o Jubra, foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Federal na "Operação Câmbio, desligo"; Jubra era o nome do câmbio paralelo na capital federal e atendia de políticos a empresários os mais poderosos; sua prisão promete mexer com o submundo de Brasília, assim como foi a prisão de Alberto Youssef e Habib Chater, empresários-doleiros que detinham informações para derrubar vários governos; a Brasília do crime vai ter o seu sono interrompido por mais esse evento

O doleiro Francisco Araújo Júnior, o Jubra, foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Federal na "Operação Câmbio, desligo"; Jubra era o nome do câmbio paralelo na capital federal e atendia de políticos a empresários os mais poderosos; sua prisão promete mexer com o submundo de Brasília, assim como foi a prisão de Alberto Youssef e Habib Chater, empresários-doleiros que detinham informações para derrubar vários governos; a Brasília do crime vai ter o seu sono interrompido por mais esse evento
O doleiro Francisco Araújo Júnior, o Jubra, foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Federal na "Operação Câmbio, desligo"; Jubra era o nome do câmbio paralelo na capital federal e atendia de políticos a empresários os mais poderosos; sua prisão promete mexer com o submundo de Brasília, assim como foi a prisão de Alberto Youssef e Habib Chater, empresários-doleiros que detinham informações para derrubar vários governos; a Brasília do crime vai ter o seu sono interrompido por mais esse evento (Foto: Gustavo Conde)


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247 - O doleiro Francisco Araújo Júnior, o Jubra, foi preso nesta quinta-feira pela Polícia Federal na "Operação Câmbio, desligo". Jubra era o nome do câmbio paralelo na capital federal e atendia de políticos a empresários os mais poderosos. Sua prisão promete mexer com o submundo de Brasília, assim como foi a prisão de Alberto Youssef e Habib Chater, empresários-doleiros que detinham informações para derrubar vários governos. A Brasília do crime vai ter o seu sono interrompido por mais esse evento.

"No período pré-Lava Jato, o doleiro mandachuva na capital federal era o dono do Posto da Torre, Carlos Habir Chater. Ele agia como um braço da operação montada com tentáculos em todo país pelo doleiro dos doleiros à época, Alberto Youssef.

Ao cair em desgraça, Youssef derrubou, em efeito dominó, vários operadores ligados a ele. Foi aí que minguou o movimento nas dependências do banco improvisado no posto de gasolina bem no centro de Brasília.

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Habib Chater passou um período preso e, embora pessoas de sua confiança continuassem a operar o câmbio paralelo em seu nome, sua importância nesse mercado diminuiu."

Leia mais aqui.

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