Bombeiro que furtou caminhão diz que ‘já deveria ter buscado psicólogo’

O bombeiro que furtou um caminhão do quartel onde trabalhava e dirigiu até o Congresso Nacional afirmou que "já deveria ter buscado atendimento psicológico há muito tempo"; durante o interrogatório, o rapaz, que está preso no Núcleo de Custódia da corporação por tempo indeterminado, não detalhou o motivou do sequestro do veículo; a defesa de Fabrício Marques de Araújo disse que ele não se lembra de ter pegado o veículo, e que "encontra-se perplexo com a situação e surpreso com o ocorrido"

O bombeiro que furtou um caminhão do quartel onde trabalhava e dirigiu até o Congresso Nacional afirmou que "já deveria ter buscado atendimento psicológico há muito tempo"; durante o interrogatório, o rapaz, que está preso no Núcleo de Custódia da corporação por tempo indeterminado, não detalhou o motivou do sequestro do veículo; a defesa de Fabrício Marques de Araújo disse que ele não se lembra de ter pegado o veículo, e que "encontra-se perplexo com a situação e surpreso com o ocorrido"
O bombeiro que furtou um caminhão do quartel onde trabalhava e dirigiu até o Congresso Nacional afirmou que "já deveria ter buscado atendimento psicológico há muito tempo"; durante o interrogatório, o rapaz, que está preso no Núcleo de Custódia da corporação por tempo indeterminado, não detalhou o motivou do sequestro do veículo; a defesa de Fabrício Marques de Araújo disse que ele não se lembra de ter pegado o veículo, e que "encontra-se perplexo com a situação e surpreso com o ocorrido" (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O bombeiro que furtou um caminhão do quartel onde trabalhava e dirigiu até o Congresso Nacional na madrugada de domingo (3) afirmou que "já deveria ter buscado atendimento psicológico há muito tempo". Durante o interrogatório, o rapaz, que está preso no Núcleo de Custódia da corporação por tempo indeterminado, não detalhou o motivou do sequestro do veículo. A defesa de Fabrício Marques de Araújo disse nesta segunda-feira (4) que ele não se lembra de ter pegado o veículo, e que "encontra-se perplexo com a situação e surpreso com o ocorrido". De acordo com o advogado Rodrigo Veiga, a ação de Fabrício "decorre de um profundo sofrimento mental apto a retirar a própria sanidade do indivíduo".

Na ocorrência registrada pelo Corpo de Bombeiros, testemunhas disseram que o militar criticava a situação política do País e dizia querer "explodir a viatura no prédio do Congresso". Ele estava à paisana e retirou o veículo do quartel, em Ceilândia, sem autorização. A corporação tem até o dia 23 para encerrar as investigações, podendo prorrogar o prazo por mais 20 dias, segundo o G1. 

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O segundo sargento do Corpo de Bombeiros Fabrício Marques de Araújo, de 44 anos, saiu do 8º Grupamento de Bombeiro Militar (Ceilândia) por volta de 1h deste domingo (3). Ele não estava de serviço, nem tinha autorização para retirar o caminhão do local. Com a voz agitada, pelo rádio, ele dito aos colegas para onde pretendia seguir. "No Congresso Nacional eu paro. No Congresso Nacional eu paro. Não vou matar ninguém. Não vou atropelar ninguém. Não vou passar por cima de ninguém."

Quando Araújo chegou ao Eixo Monumental, no centro de Brasília, mais de 15 carros da Polícia Militar já participavam da perseguição. Os policiais atiraram nos pneus no veículo, depois de se certificarem que não havia mais ninguém no veículo nem perigo para pedestres.

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Com os pneus furados, o caminhão parou e o sargento foi algemado. 

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