Benefícios a Cunha não têm respaldo técnico
Mesa da Câmara contrariou a opinião majoritária da área técnica da Casa na decisão em que assegurou a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do cargo pelo STF, benefícios incluindo a verba mensal de R$ 92 mil para pagamento de assessores, salário de R$ 33,7 mil, além de residência oficial, assistência médica, segurança, transporte aéreo e terrestre
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247 - Mesa da Câmara contrariou a opinião majoritária da área técnica da Casa na decisão em que assegurou a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afastado do cargo pelo STF, benefícios incluindo a verba mensal de R$ 92 mil para pagamento de assessores, salário de R$ 33,7 mil, além de residência oficial, assistência médica, segurança, transporte aéreo e terrestre.
Segundo reportagem de Ranier Bragon, o parecer que mais se aproximou da unanimidade entre os técnicos era o de que, por absoluta falta de previsão legal, Cunha deveria manter apenas o salário.
A matéria da ‘Folha de S. Paulo’ diz ainda ter visto, na tarde desta segunda (16), a visita do líder da bancada do PTB, Jovair Arantes (GO), relator do pedido de impeachment contra Dilma Rousseff à residência oficial da presidência da Câmara, onde Cunha continua morando.
No dia seguinte, o gabinete de Jovair sediou reunião dos partidos aliados a Michel Temer em que foi fechada a decisão de levar ao presidente da República interino o nome de André Moura (PSC-SE) para líder do governo na Câmara.
Cunha foi afastado por decisão unanime do STF por, segundo o ministro Teori Zavascki, representar um risco às investigações da Lava Jato (leia aqui).
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