Auditores do TCU cobram investigação sobre Cedraz

Em nota, entidades que representam auditores e procuradores do Tribunal de Contas da União (TCU) cobram a abertura de uma investigação interna para apurar o envolvimento do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, nos processos da corte; ele é alvo da Operação Politeia, da Polícia Federal, acusado pelo dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, de receber R$ 50 mil mensais para vender informação do tribunal, além de R$ 1 milhão para influenciar em favor da construtora em processo sobre a usina Angra 3; dinheiro seria repassado ao ministro Raimundo Carreiro, relator do caso

Em nota, entidades que representam auditores e procuradores do Tribunal de Contas da União (TCU) cobram a abertura de uma investigação interna para apurar o envolvimento do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, nos processos da corte; ele é alvo da Operação Politeia, da Polícia Federal, acusado pelo dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, de receber R$ 50 mil mensais para vender informação do tribunal, além de R$ 1 milhão para influenciar em favor da construtora em processo sobre a usina Angra 3; dinheiro seria repassado ao ministro Raimundo Carreiro, relator do caso
Em nota, entidades que representam auditores e procuradores do Tribunal de Contas da União (TCU) cobram a abertura de uma investigação interna para apurar o envolvimento do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, nos processos da corte; ele é alvo da Operação Politeia, da Polícia Federal, acusado pelo dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, de receber R$ 50 mil mensais para vender informação do tribunal, além de R$ 1 milhão para influenciar em favor da construtora em processo sobre a usina Angra 3; dinheiro seria repassado ao ministro Raimundo Carreiro, relator do caso (Foto: Roberta Namour)


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247 – Em nota divulgada nesta terça-feira, entidades que representam auditores e procuradores do Tribunal de Contas da União (TCU) cobram a abertura de uma investigação interna para apurar o envolvimento do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do tribunal, Aroldo Cedraz, nos processos da corte.

Ele é alvo da Operação Politeia, da Polícia Federal, acusado pelo dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, de receber R$ 50 mil mensais para vender informação do tribunal, além de R$ 1 milhão para influenciar em favor da construtora em processo sobre a usina Angra 3. O dinheiro seria repassado ao ministro Raimundo Carreiro, relator do caso.

Na semana passada, Aroldo Cedraz convocou uma reunião, afirmando que não tem relação com as atividades do filho. No entanto, partiu dele um pedido de vista ao processo que tratou dos interesses da construtora UTC em contrato de R$ 2 bilhões para obras na usina.

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Carreiro tem afirmado também que não abrirá investigação porque ‘as informações sobre o caso não são suficientes para instaurar um processo: “Vou abrir com base em quê?”, questionou’. 

Leia aqui reportagem de André Borges e Fabio Fabrini sobre o assunto.

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