Áudios colocaram Liliane e Estevão no alvo da Lava Jato

Áudios das conversas entre o senador cassado Luiz Estevão e a deputada distrital Liliane Roriz (PTB) mostra que os dois falam sobre a captação ilegal de recursos para a campanha de Liliane e o empresário se diz o único “bandido diplomado” de Brasília; "Nesta cidade, de cada cem caras, 90 são bandidos. Vivem roubando, tomando dinheiro, cobrando comissão, entendeu? Fazendo negócio fajuto com o governo local, com o governo federal", afirma; Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por desvio de verba durante a reforma do TRT-SP, e Liliane é alvo da ação por improbidade; veja os vídeos

Áudios das conversas entre o senador cassado Luiz Estevão e a deputada distrital Liliane Roriz (PTB) mostra que os dois falam sobre a captação ilegal de recursos para a campanha de Liliane e o empresário se diz o único “bandido diplomado” de Brasília; "Nesta cidade, de cada cem caras, 90 são bandidos. Vivem roubando, tomando dinheiro, cobrando comissão, entendeu? Fazendo negócio fajuto com o governo local, com o governo federal", afirma; Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por desvio de verba durante a reforma do TRT-SP, e Liliane é alvo da ação por improbidade; veja os vídeos
Áudios das conversas entre o senador cassado Luiz Estevão e a deputada distrital Liliane Roriz (PTB) mostra que os dois falam sobre a captação ilegal de recursos para a campanha de Liliane e o empresário se diz o único “bandido diplomado” de Brasília; "Nesta cidade, de cada cem caras, 90 são bandidos. Vivem roubando, tomando dinheiro, cobrando comissão, entendeu? Fazendo negócio fajuto com o governo local, com o governo federal", afirma; Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por desvio de verba durante a reforma do TRT-SP, e Liliane é alvo da ação por improbidade; veja os vídeos (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - Áudios das conversas entre o senador cassado Luiz Estevão e a deputada distrital Liliane Roriz (PTB) publicados nesta quinta-feira (8) mostra que os dois falam sobre a captação ilegal de recursos para a campanha de Liliane e o empresário se diz o único “bandido diplomado” de Brasília.

"Nesta cidade, de cada cem caras, 90 são bandidos. Vivem roubando, tomando dinheiro, cobrando comissão, entendeu? Fazendo negócio fajuto com o governo local, com o governo federal", disse Estevão.

No segundo vídeo, Estevão diz para Liliane que ela "não precisou tirar dinheiro" do próprio bolso para se eleger. Os áudios foram obtidos pelo Correio.

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Acusações contra Estevão e Liliane

O ex-senador foi condenado a 31 anos de prisão pelos desvios de recursos públicos durante a reforma feita em 1992 do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP). Ele cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda (DF). Em 98, uma auditoria do Ministério Público apontou que só 64% da obra havia sido concluída, mas que 94% dos recursos haviam sido liberados. Cerca de R$ 1 bilhão teria sido desviados, segundo investigações judiciais.

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A divulgação dos vídeos aconteceu em um contexto no qual Liliane enfrenta acusações de corrupção. Ela foi notificada no dia 29 de agosto da abertura do processo de cassação do mandato dela na Câmara Legislativa. A representação contra a petebista começou a tramitar em 22 de agosto, pouco depois de divulgar áudios em que denuncia desvios de verba pública que supostamente beneficiaram um grupo de deputados.

A ação por improbidade contra Liliane Roriz foi movida pelo Ministério Público. São citados no processo o ex-governador do DF e pai de Liliane, Joaquim Roriz, as irmãs Jaqueline e Weslliane e o sobrinho Rodrigo Roriz. De acordo com as investigações, eles facilitaram dois empréstimos do Banco de Brasília (BRB), no valor total de R$ 6,7 milhões, para empresários da construção civil em troca de 12 apartamentos em Águas Claras.

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O julgamento do recurso teve início em julho, mas foi suspenso, porque um dos desembargadores pediu vista do processo. A interrupção aconteceu quando o relator havia decidido acatar o recurso dos membros da família Roriz – por entender que não havia provas suficientes para condenação por improbidade administrativa. Ela negou irregularidades.

Liliane também foi a responsável pela divulgação de áudios em que a distrital Celina Leão (PPS) fala sobre a mudança de finalidade de uma emenda parlamentar que direcionou R$ 30 milhões da sobra orçamentária da Câmara a um grupo de seis empresas que prestam serviço de UTI. De acordo com as denúncias, o repasse acabou beneficiando deputados. 

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No começo de dezembro, os distritais aprovaram uma mudança no texto, direcionando o valor para pagar dívidas do Palácio do Buriti com prestadoras de serviço em UTIs. Pela denúncia, o esquema envolveria repasse aos deputados de 7% sobre o valor das emendas. 

Celina classificou a divulgação do áudio como uma "retaliação" e disse que Liliane sente "inveja" dela.

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