Após desfile, movimentos sociais descem a Esplanada
Representantes do Grito dos Excluídos, grupo que tradicionalmente faz manifestação no Dia da Independência, defendem a democracia e reformas estruturais, como a urbana, a agrária e a política; integrantes se aglomeraram em frente à Catedral de Brasília; "Não falamos contra ou a favor do governo. Temos um leque amplo de reivindicações, defendemos a democracia e somos contra a intervenção militar. Somos cerca de 40 organizações que reúnem aqueles que precisam ser ouvidos”, disse o coordenador do Grito, Fábio Miranda
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Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil
Integrantes de movimentos sociais com diferentes reivindicações, reunidos em Brasília, começam a descer a Esplanada dos Ministérios, após o encerramento do desfile de 7 de Setembro.
Representantes do Grito dos Excluídos, grupo que tradicionalmente faz manifestação no Dia da Independência, defendem a democracia e reformas estruturais, como a urbana, a agrária e a política. Os integrantes se aglomeraram em frente à Catedral de Brasília.
“Não falamos contra ou a favor do governo. Temos um leque amplo de reivindicações, defendemos a democracia e somos contra a intervenção militar. Somos cerca de 40 organizações que reúnem aqueles que precisam ser ouvidos”, disse o coordenador do Grito dos Excluídos, Fábio Miranda.
Um grupo a favor da presidenta Dilma também se reuniu em frente à Catedral, com bandeiras do PT, do Brasil e com faixas de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A pátria tem que ter a governabilidade em primeiro lugar, mesmo que haja divergência em alguns pontos”, destacou Fred Vasconcelos, da Central de Movimentos Populares.
Em outro ponto da Esplanada, próximo ao Museu da República, estão as organizações da União dos Movimentos de Brasília. Os integrantes também pretendem descer a Esplanada dos Ministérios. Eles inflaram bonecos da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula.
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