Após apoio aos EUA, Planalto agora quer silêncio sobre Irã

Segundo o colunista Lauro Jardim, a ordem no Palácio do Planalto, depois que o Irã cobrou uma explicação do Brasil pelo apoio ao atentado de Trump, é baixar a bola e não se manifestar mais

Jair Bolsonaro e velório do general Soleimani, no Irã
Jair Bolsonaro e velório do general Soleimani, no Irã (Foto: Reuters)


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247 - Depois que o governo brasileiro foi cobrado pelo Irã a explicar sua posição em apoio ao atentado comandado por Donald Trump que matou o general iraniano Qassem Soleimani, a ordem no Palácio do Planalto é "ficar pianinho".

A informação é do jornalista Lauro Jardim, do Globo, que conversou com uma alta autoridade da República, general de quatro estrelas, sem identificar seu nome.

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"Concordo com a ação dos EUA, pois o era o responsável pela escalada de ataques no Oriente Médio. Quanto ao Brasil, temos que nos manter distantes, pois essa guerra não é nossa", disse a autoridade.

De acordo com Lauro Jardim, "depois do primeiro rompante, com a nota oficial do Itamaraty, de apoio à ação americana, a ordem agora no Palácio do Planalto é baixar a bola e não se manifestar mais".

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