Agricultura no DF tem prejuízo de R$ 600 milhões por causa da seca

O levantamento é da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal; o valor representa 25% dos R$ 2,4 bilhões anuais das riquezas geradas pelo segmento gera de riquezas; por causa da crise hídrica, a Agência Reguladora de Águas (Adasa) editou pelo menos sete resoluções para restringir o uso dos mananciais na área rural; atualmente, o DF tem 87.111 produtores rurais

O levantamento é da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal; o valor representa 25% dos R$ 2,4 bilhões anuais das riquezas geradas pelo segmento gera de riquezas; por causa da crise hídrica, a Agência Reguladora de Águas (Adasa) editou pelo menos sete resoluções para restringir o uso dos mananciais na área rural; atualmente, o DF tem 87.111 produtores rurais
O levantamento é da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal; o valor representa 25% dos R$ 2,4 bilhões anuais das riquezas geradas pelo segmento gera de riquezas; por causa da crise hídrica, a Agência Reguladora de Águas (Adasa) editou pelo menos sete resoluções para restringir o uso dos mananciais na área rural; atualmente, o DF tem 87.111 produtores rurais (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247- A Secretaria de Agricultura do Distrito Federal fez um levantamento apontando que a seca causou prejuízo R$ 600 milhões aos agricultores locais. O valor representa 25% dos R$ 2,4 bilhões anuais das riquezas geradas pelo segmento gera de riquezas. Por causa da crise hídrica, a Agência Reguladora de Águas (Adasa) editou pelo menos sete resoluções para restringir o uso dos mananciais na área rural. Atualmente, o DF tem 87.111 produtores rurais.

Umas das localidades mais atingidas foi Brazlândia, que fica na bacia do Rio Descoberto, onde está o reservatório. A região é a principal produtora de hortifruti no DF e é responsável por 24% dos produtos comercializados na Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa-DF). Em Planaltina, agricultores responsáveis principalmente pela produção de grãos como soja e milho, desligaram pivôs e fizeram rotatividade de uso do equipamento.

De acordo com o presidente da Ceasa, José Deval, folhagens, como alface e brócolis, foram os mais prejudicados com a falta de água, e, como consequência, aumentou o preço desses alimentos para a mesa do consumidor em novembro. Conforme relato do Correio, Deval explica que 26% do que é vendido no Ceasa é produzido no DF, sendo que, desse percentual, apenas 2% não vêm de Brazlândia — região bastante atingida pela crise hídrica. "Alface, brócolis e outras folhagens precisam de muita água, de irrigação superior via aspersores, difícil de substituir por outras técnicas mais econômicas de irrigação, como o gotejamento e a microaspersão. E são produtos que se perdem rápido, não dá para viajar longas distâncias".

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