Agnelo Queiroz vira réu por improbidade

Ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT-2011/2015) virou réu em ação por improbidade administrativa sob acusação de ter sido beneficiado por uma portaria da Secretaria da Saúde, nos últimos dias de sua gestão, que ampliou sua carga horária de cirurgião médico, sua profissão de origem, de vinte para quarenta horas semanais; com a mudança na jornada de trabalho, Agnelo recebeu média de R$ 22 mil por mês entre janeiro e agosto do ano passado – período em que esteve de licença-prêmio

Ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT-2011/2015) virou réu em ação por improbidade administrativa sob acusação de ter sido beneficiado por uma portaria da Secretaria da Saúde, nos últimos dias de sua gestão, que ampliou sua carga horária de cirurgião médico, sua profissão de origem, de vinte para quarenta horas semanais; com a mudança na jornada de trabalho, Agnelo recebeu média de R$ 22 mil por mês entre janeiro e agosto do ano passado – período em que esteve de licença-prêmio
Ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT-2011/2015) virou réu em ação por improbidade administrativa sob acusação de ter sido beneficiado por uma portaria da Secretaria da Saúde, nos últimos dias de sua gestão, que ampliou sua carga horária de cirurgião médico, sua profissão de origem, de vinte para quarenta horas semanais; com a mudança na jornada de trabalho, Agnelo recebeu média de R$ 22 mil por mês entre janeiro e agosto do ano passado – período em que esteve de licença-prêmio (Foto: Roberta Namour)


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247 - O ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT-2011/2015) virou réu em ação por improbidade administrativa sob acusação de ter sido beneficiado por uma portaria da Secretaria da Saúde, nos últimos dias de sua gestão, que ampliou sua carga horária de cirurgião médico, sua profissão de origem, de vinte para quarenta horas semanais.

Com a mudança na jornada de trabalho, Agnelo recebeu média de R$ 22 mil por mês entre janeiro e agosto do ano passado – período em que esteve de licença-prêmio. Para o Tribunal de Justiça, houve aumento de salário indevido e prejuízo aos cofres públicos. A denúncia foi feita pelo Ministério Público.

A ação contra o ex-governador e também contra Marília Cunha, sua ex-secretária de Saúde, foi aberta pela 4.ª Vara da Fazenda Pública do DF, que acolheu petição do Ministério Público em despacho de 5 de abril.

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