Agnelo nega déficit: 'há mentiras repetidas à exaustão'

Ex-governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) negou que tenha deixado o Palácio do Buriti, em 2014, com déficit financeiro; "Há uma tentativa de desconstrução do meu governo. São mentiras repetidas à exaustão, que criam uma nuvem de fumaça e acabam confundindo o cidadão", disse; sobre o parcelamento dos salários dos professores, Agnelo criticou o governo Rodrigo Rollemberg (PSB); "O atual governo não tem competência para dialogar", disparou; "Se eu tivesse sido reeleito, a situação seria diferente"

Ex-governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) negou que tenha deixado o Palácio do Buriti, em 2014, com déficit financeiro; "Há uma tentativa de desconstrução do meu governo. São mentiras repetidas à exaustão, que criam uma nuvem de fumaça e acabam confundindo o cidadão", disse; sobre o parcelamento dos salários dos professores, Agnelo criticou o governo Rodrigo Rollemberg (PSB); "O atual governo não tem competência para dialogar", disparou; "Se eu tivesse sido reeleito, a situação seria diferente"
Ex-governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) negou que tenha deixado o Palácio do Buriti, em 2014, com déficit financeiro; "Há uma tentativa de desconstrução do meu governo. São mentiras repetidas à exaustão, que criam uma nuvem de fumaça e acabam confundindo o cidadão", disse; sobre o parcelamento dos salários dos professores, Agnelo criticou o governo Rodrigo Rollemberg (PSB); "O atual governo não tem competência para dialogar", disparou; "Se eu tivesse sido reeleito, a situação seria diferente" (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 – O ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) negou que tenha deixado o Palácio do Buriti, em 2014, com déficit financeiro. "Há uma tentativa de desconstrução do meu governo. São mentiras repetidas à exaustão, que criam uma nuvem de fumaça e acabam confundindo o cidadão", disse.

De Miami (EUA), onde está fazendo um curso de inglês, Agnelo afirmou ter deixado dinheiro em caixa. "Não é verdade que só havia R$ 65 mil na conta do GDF. Isso é mentira. Há uma crise nacional e em vários estados. Não é só problema do DF", disse ao Correio.

Questionado sobre como tem recebido as críticas, o ex-governador foi taxativo: "claro que me chateia", confessou. "Uma mentira dita várias vezes acaba confundindo as pessoas. Se eu tivesse sido reeleito, a situação seria diferente", disse

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Uma das consequência das dificuldades financeiras foi o atraso no pagamento dos salários dos professores, que estão em greve. De acordo com o GDF, a rede pública tem 27 mil professores e a paralisação afeta 470 mil alunos. O secretário da Casa Civil do Distrito Federal, Hélio Doyle, afirmou, nesta segunda-feira (23), em coletiva de imprensa, que não há possibilidade de pagar os benefícios atrasados que não as já apresentadas aos professores, entre elas o parcelamento até junho.

Os professores da rede pública estão com benefícios como abono de férias e décimo terceiro salário atrasados. Os valores somam quase R$ 200 milhões, segundo o GDF. Do total, R$ 35 milhões já foram pagos e outros R$ 35 milhões serão pagos ainda este mês.

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Para Agnelo, o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) "não tem competência para dialogar". "Não havia necessidade de parcelar salários", disse. Em dezembro passado, Agnelo já havia criticado duramente o seu sucessor: "Será o maior estelionato eleitoral que a cidade (de Brasília) já viu".

A equipe da atual gestão anunciou que identificou, no final do mês passado, um rombo nas contas públicas chega a R$ 6,5 bilhões. O montante inclui R$ 3,5 bilhões para despesas com pessoal, R$ 3,0 bilhões de gastos já conhecidos do governo anterior e R$ 15 milhões negativos na disponibilidade de caixa em 2014 entre recursos vinculados e não vinculados ao Estado. Os dados estão no "Relatório de Gestão Fiscal".

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Bloqueio de bens

A Justiça do Distrito Federal bloqueou, na semana passada, os bens de Agnelo e de mais quatro pessoas por supostas irregularidades na contratação da Fórmula Indy e na reforma do autódromo Nelson Piquet.

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De acordo com ação do Ministério Público, os contratos firmados para a etapa da competição em Brasília, na abertura da temporada 2015, foram realizados em ato "ilegal, antieconômico e imoral". MP pede a suspensão dos direitos políticos do ex-governador por até cinco anos. Ainda cabe recurso (leia mais aqui).

Agnelo disse acreditar na reconsideração da decisão. "A corrida era muito importante para colocar Brasília no circuito mundial de eventos, como a Copa do Mundo. Como eu poderia ter uma punição como essa?", questionou.

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