Aécio: 'papel do Legislativo é fazer com que a crise seja efêmera'

Em discurso nesta quarta (7), o senador Aécio Neves (PSDB) saiu em defesa do julgamento do TCU que analisa as contas de 2014 do governo Dilma; ele negou que o ministro Augusto Nardes tenha ligações com a oposição; o tucano defendeu ainda que o Poder Legislativo cumpra seu papel; segundo ele, os membros da oposição serão "absolutamente inflexíveis" na defesa das instituições, "porque não bastasse o descalabro econômico que mergulharam o país, a gravíssima crise social que leva empregos, eleva os índices da inflação e a taxa de juros que pune aqueles que menos têm, não bastasse toda esta crise moral e sem precedentes na qual estamos também mergulhados, o que se quer com essas últimas ações desesperadas de agentes do governo federal é desmoralizar as nossas instituições"

Em discurso nesta quarta (7), o senador Aécio Neves (PSDB) saiu em defesa do julgamento do TCU que analisa as contas de 2014 do governo Dilma; ele negou que o ministro Augusto Nardes tenha ligações com a oposição; o tucano defendeu ainda que o Poder Legislativo cumpra seu papel; segundo ele, os membros da oposição serão "absolutamente inflexíveis" na defesa das instituições, "porque não bastasse o descalabro econômico que mergulharam o país, a gravíssima crise social que leva empregos, eleva os índices da inflação e a taxa de juros que pune aqueles que menos têm, não bastasse toda esta crise moral e sem precedentes na qual estamos também mergulhados, o que se quer com essas últimas ações desesperadas de agentes do governo federal é desmoralizar as nossas instituições"
Em discurso nesta quarta (7), o senador Aécio Neves (PSDB) saiu em defesa do julgamento do TCU que analisa as contas de 2014 do governo Dilma; ele negou que o ministro Augusto Nardes tenha ligações com a oposição; o tucano defendeu ainda que o Poder Legislativo cumpra seu papel; segundo ele, os membros da oposição serão "absolutamente inflexíveis" na defesa das instituições, "porque não bastasse o descalabro econômico que mergulharam o país, a gravíssima crise social que leva empregos, eleva os índices da inflação e a taxa de juros que pune aqueles que menos têm, não bastasse toda esta crise moral e sem precedentes na qual estamos também mergulhados, o que se quer com essas últimas ações desesperadas de agentes do governo federal é desmoralizar as nossas instituições" (Foto: Valter Lima)


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247 - Em discurso nesta quarta-feira (7), o senador Aécio Neves (PSDB) saiu em defesa do julgamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa as contas de 2014 do governo Dilma. Ele negou que o ministro Augusto Nardes tenha ligações com a oposição. Ele defendeu ainda que o Poder Legislativo cumpra seu papel.

"Não acredito que isso seja verdade até porque o relatório do Ministro Nardes nada mais é do que a síntese dos relatórios das auditorias dos auditores do Tribunal de Contas que atestam o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas se fosse ele um ministro da oposição, como querem fazer crer aqui mesmo desta tribuna, alguns líderes do governo, a pergunta é: será que todos os outros Ministros do Tribunal de Contas seguem a mesma tendência ideológica ou partidária? São todos eles contra o Governo?", questionou.

Segundo ele, os membros da oposição serão "absolutamente inflexíveis" na defesa das instituições, "porque não bastasse o descalabro econômico que mergulharam o país, a gravíssima crise social que leva empregos, eleva os índices da inflação e a taxa de juros que pune aqueles que menos têm, não bastasse toda esta crise moral e sem precedentes na qual estamos também mergulhados, o que se quer com essas últimas ações desesperadas de agentes do governo federal é desmoralizar as nossas instituições".

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O senador ressaltou que "o Brasil tem uma Justiça que funciona, um Ministério Público e uma Polícia Federal que atuam, e o papel do Poder Legislativo é fazer com que essa crise seja efêmera". "Desejo que o Tribunal de Contas não tenha esse ou aquele desfecho na votação de hoje, mas que cumpra com independência e com altivez a sua função constitucional para que possa justificar a sua própria existência como tem feito o Tribunal Superior Eleitoral, como tem feito o próprio Supremo Tribunal Federal ao não se permitirem tornar instrumentos da lide política patrocinada por agentes deste governo", completou.

 

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