Advogado de Delcídio descarta delação: 'esquece'

O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na Operação Lava Jato, nega que ele tenha a intenção de fechar um acordo de delação premiada; “Esquece delação, não tem delação. Não precisa neste caso porque entendemos que temos condições de fazer uma ótima defesa dele”, afirmou

O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na Operação Lava Jato, nega que ele tenha a intenção de fechar um acordo de delação premiada; “Esquece delação, não tem delação. Não precisa neste caso porque entendemos que temos condições de fazer uma ótima defesa dele”, afirmou
O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na Operação Lava Jato, nega que ele tenha a intenção de fechar um acordo de delação premiada; “Esquece delação, não tem delação. Não precisa neste caso porque entendemos que temos condições de fazer uma ótima defesa dele”, afirmou (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – O advogado Antonio Figueiredo Basto, que defende o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na Operação Lava Jato, nega que ele tenha a intenção de fechar um acordo de delação premiada.

“Esquece delação, não tem delação. Não precisa neste caso porque entendemos que temos condições de fazer uma ótima defesa dele”, afirmou ele ao jornalista Erich Decat (leia mais aqui).

“Vamos enfrentar o mérito na questão do áudio, na questão da conversa, das nulidades que nós entendemos. É uma tese de defesa que, no momento oportuno, vamos colocar nos autos. Acho que agora seria até precipitado informar a estratégia que vou usar”, disse ele.

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Delcídio foi preso após ter sido gravado quando tentava convencer Bernardo Cerveró a persuadir seu pai, Nestor, a não fechar acordo de delação premiada.

Figueiredo Basto disse ainda que voltará a pedir a liberdade de Delcídio. “Com certeza haverá um novo pedido. Vamos insistir nisso. Acho muito discutível a prisão em flagrante, com todo respeito, não houve flagrante. Foi uma questão preparada, urdida para colocar o cliente numa situação de flagrante. Houve um agente provocador que não era nem interessado. Então, isso vai ser discutido”, afirmou.

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