Adversários de Cunha avaliam pedir adiamento no Conselho de Ética

Adversários do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), cogitam pedir um aditamento da representação contra o peemedebista na Comissão de Ética; assim, esperam forçar o adiamento da decisão do colegiado sobre a cassação ou não do parlamentar; a votação do parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que recomenda a perda do mandato, está marcada para às 14h30 desta terça (14); “Não é minha intenção pedir novo adiamento. Gostaria de votar nesta terça o relatório, que é técnico e com solução adequada ao caso concreto. Mas não posso dizer que não há hipótese de adiamento. Se houver aditamento ou votos em separado, terei que me manifestar sobre eles”, afirmou Marcos Rogério

Adversários do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), cogitam pedir um aditamento da representação contra o peemedebista na Comissão de Ética; assim, esperam forçar o adiamento da decisão do colegiado sobre a cassação ou não do parlamentar; a votação do parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que recomenda a perda do mandato, está marcada para às 14h30 desta terça (14); “Não é minha intenção pedir novo adiamento. Gostaria de votar nesta terça o relatório, que é técnico e com solução adequada ao caso concreto. Mas não posso dizer que não há hipótese de adiamento. Se houver aditamento ou votos em separado, terei que me manifestar sobre eles”, afirmou Marcos Rogério
Adversários do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), cogitam pedir um aditamento da representação contra o peemedebista na Comissão de Ética; assim, esperam forçar o adiamento da decisão do colegiado sobre a cassação ou não do parlamentar; a votação do parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que recomenda a perda do mandato, está marcada para às 14h30 desta terça (14); “Não é minha intenção pedir novo adiamento. Gostaria de votar nesta terça o relatório, que é técnico e com solução adequada ao caso concreto. Mas não posso dizer que não há hipótese de adiamento. Se houver aditamento ou votos em separado, terei que me manifestar sobre eles”, afirmou Marcos Rogério (Foto: Valter Lima)


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247 - Adversários do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), cogitam pedir um aditamento da representação contra o peemedebista na Comissão de Ética. Assim, esperam forçar o adiamento da decisão do colegiado sobre a cassação ou não do parlamentar.

A votação do parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que recomenda a perda do mandato, está marcada para às 14h30 desta terça (14). A análise do texto estava prevista para ocorrer na semana passada, mas foi adiada para esta semana em uma estratégia de adversários de Cunha para ganhar tempo e tentar conquistar votos pela cassação.

A nova estratégia aventada pelos parlamentares que defendem o parecer de Rogério é pedir o aditamento da representação com fatos revelados na semana passada, como a abertura de ação penal contra a mulher de Cunha, Cláudia Cruz, por suspeita de crimes relacionados à manutenção de uma conta na Suíça.

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Também seria incluído no pedido de aditamento denúncia contra Cunha, apresentada na última sexta (10) ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo suposto envolvimento do peemedebista em desvios nas obras do Porto Maravilha no Rio de Janeiro. A acusação se baseia nas delações premiadas dos empresários Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia.

O pedido de aditamento seria feito se os adversários de Cunha verificassem ausência de votos suficientes para aprovar o parecer de Rogério. Neste caso, caberia ao relator decidir sobre o aditamento e ele pode pedir tempo para analisar a solicitação. Se o aditamento for aprovado, será reaberta a instrução do processo e concedido prazo de cinco sessões para a defesa do presidente afastado.

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“Não é minha intenção pedir novo adiamento. Gostaria de votar nesta terça o relatório, que é técnico e com solução adequada ao caso concreto. Mas não posso dizer que não há hipótese de adiamento. Se houver aditamento ou votos em separado, terei que me manifestar sobre eles”, afirmou Marcos Rogério.

O placar no Conselho de Ética está apertado entre os que defendem que o peemedebista perca o mandato e os que são contrários a essa punição. A deputada Tia Eron, que ainda não manifestou sua posição publicamente, é considerada detentora do voto decisivo.

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Ela passou o fim de semana na Bahia e não atendeu a telefonemas da imprensa. 

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