Adams: TCU 'manipulou conceitos' ao rejeitar contas do governo

Antes de deixar o cargo, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou que há uma "manipulação de conceitos" feita pelo Tribunal de Contas da União usados no julgamento que levou à rejeição das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff e defendeu que o Congresso aprove as contas, rejeitando a decisão do tribunal; "Existe uma manipulação de conceitos, que favorece de acordo com a conveniência a condenação ou a absolvição. Estamos aplicando a lei e não fazendo um julgamento político de um governo", disse

Brasília - O advogado-geral da União (AGU) Luís Inácio Adams participa de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília - O advogado-geral da União (AGU) Luís Inácio Adams participa de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Valter Lima)


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247 - Antes de deixar o cargo, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou que há uma "manipulação de conceitos" feita pelo Tribunal de Contas da União usados no julgamento que levou à rejeição das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff e defendeu que o Congresso aprove as contas, rejeitando a decisão do tribunal.

Adams participou de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento, no Congresso. Ele será substituído no cargo nesta semana pelo atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

"Existe uma manipulação de conceitos, que favorece de acordo com a conveniência a condenação ou a absolvição. Estamos aplicando a lei e não fazendo um julgamento político de um governo", disse.

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Adams negou que o governo tenha praticado as chamadas pedaladas fiscais, artifícios usados pelo governo para atrasar repasses de recursos do Tesouro Nacional para bancos públicos.

De acordo com ele, as tais práticas não podem ser configuradas como operações de crédito. "Estabelecer uma responsabilidade agora transformando em operação de crédito é distorcer o modelo que existe há muitos anos. É fazer um jogo de conveniência. Isso não é aceitável, com todo respeito ao TCU", afirmou.

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