Adams continua à frente da AGU no governo Dilma
O ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, será reconduzido ao cargo pela presidenta Dilma Rousseff; ele está à frente da AGU desde 2009, quando assumiu o posto, ainda no governo do ex-presidente Lula, em substituição a José Antonio Dias Toffoli; Adams é formado em direito pela UFRS e especialista em direito tributário pelas universidades de Santa Catarina e do Vale do Itajaí; ele atuou como procurador-regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, além de ter sido consultor jurídicoe secretário executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
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Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil
O ministro-chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, será reconduzido ao cargo pela presidenta Dilma Rousseff. Ele está à frente da AGU desde 2009, quando assumiu o posto, ainda no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, em substituição a José Antonio Dias Toffoli.
Adams é formado em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em direito tributário pelas universidades de Santa Catarina e do Vale do Itajaí. Ele atuou como procurador-regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, além de ter sido consultor jurídicoe secretário executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.
Como AGU, Adams atuou em casos relevantes, como o recurso ao Supremo Tribunal Federal que pediu o corte definitivo dos supersalários do Legislativo, para os casos de funcionários que ganhavam acima do teto do funcionalismo público. Agiu também na defesa do ex-presidente Lula, quando ele foi multado por fazer campanha para a então candidata Dilma Rousseff em 2010.
Nos cinco anos em que já atua como advogado-geral da União, Adams enfrentou sua maior crise em 2012, quando viu seu advogado-geral adjunto, José Weber Holanda, ser envolvido nos escândalos da Operação Porto Seguro, da Polícia Federal. Na época, entidades ligadas aos advogados públicos pediram a exoneração do ministro.
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