'Acordo entre EUA e Cuba é exemplo para o Brasil'

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) avalia que o grande fato do ano de 2014 foi o reatamento das relações diplomáticas entre EUA e Cuba; ele observou em Plenário que essa reaproximação se tornou realidade graças às pressões sociais em favor do reatamento e à atuação de três grandes lideranças: Barack Obama, Raul Castro e o papa Francisco; "O que vai fazer com que neste país as classes sociais se encontrem é a educação de qualidade e igual para todos", conclamou  

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) avalia que o grande fato do ano de 2014 foi o reatamento das relações diplomáticas entre EUA e Cuba; ele observou em Plenário que essa reaproximação se tornou realidade graças às pressões sociais em favor do reatamento e à atuação de três grandes lideranças: Barack Obama, Raul Castro e o papa Francisco; "O que vai fazer com que neste país as classes sociais se encontrem é a educação de qualidade e igual para todos", conclamou
 
Senador Cristovam Buarque (PDT-DF) avalia que o grande fato do ano de 2014 foi o reatamento das relações diplomáticas entre EUA e Cuba; ele observou em Plenário que essa reaproximação se tornou realidade graças às pressões sociais em favor do reatamento e à atuação de três grandes lideranças: Barack Obama, Raul Castro e o papa Francisco; "O que vai fazer com que neste país as classes sociais se encontrem é a educação de qualidade e igual para todos", conclamou   (Foto: Leonardo Lucena)


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Agência e Rádio Senado - O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) avalia que o grande fato do ano de 2014 foi o reatamento das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba.

Ele observou em Plenário, nesta segunda-feira (22), que essa reaproximação se tornou realidade graças às pressões sociais em favor do reatamento e à atuação de três grandes lideranças: Barack Obama, Raul Castro e o papa Francisco.

Segundo o senador, eles souberam ouvir. E para Cristovam Buarque, a atuação dessas lideranças e a reaproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos servem de exemplo para o mundo e para o Brasil.

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Ele declarou que o Brasil precisa de lideranças desse tipo para aproximar ricos e pobres reduzindo, assim as desigualdades sociais em nosso país. As forças sociais por essa aproximação já existem, afirmou Cristovam.

— Nós somos os líderes políticos, mas não temos a ousadia nem a capacidade de fazer com que o que as forças sociais desejam para melhorar o país se tornem realidade. Nós não estamos sendo capazes. Repito: 'reatamento', para simplificar. Na verdade, é o 'atamento' porque é a primeira vez. O que vai fazer com que neste país as classes sociais se encontrem é a educação de qualidade e igual para todos — conclamou.

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Segundo Cristovam Buarque, as forças sociais no Brasil também querem o fim da violência, da corrupção e da desigualdade e também uma economia eficiente. Na sua opinião, no entanto, faltam lideranças para ouvi-las e tornar seus anseios realidade.

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