Absolvição de Filippelli no TSE é brecha para a salvação de Temer

O voto do relator do TSE que isentou ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli (PMDB), mas manteve a inelegibilidade por oitos anos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) está alinhado à estratégia de defesa de Michel Temer, para evitar uma condenação que tiraria o peemedebista do Palácio do Planalto; para o ministro Henrique Neves, não há possibilidade de Filippelli "responder pelos atos praticados de responsabilidade do então governador", acusado de usar indevidamente a logomarca do governo 

O voto do relator do TSE que isentou ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli (PMDB), mas manteve a inelegibilidade por oitos anos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) está alinhado à estratégia de defesa de Michel Temer, para evitar uma condenação que tiraria o peemedebista do Palácio do Planalto; para o ministro Henrique Neves, não há possibilidade de Filippelli "responder pelos atos praticados de responsabilidade do então governador", acusado de usar indevidamente a logomarca do governo 
O voto do relator do TSE que isentou ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli (PMDB), mas manteve a inelegibilidade por oitos anos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) está alinhado à estratégia de defesa de Michel Temer, para evitar uma condenação que tiraria o peemedebista do Palácio do Planalto; para o ministro Henrique Neves, não há possibilidade de Filippelli "responder pelos atos praticados de responsabilidade do então governador", acusado de usar indevidamente a logomarca do governo  (Foto: Leonardo Lucena)


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Brasília 247 - O voto do relator do Tribunal Superior Eleitoral que isentou ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli (PMDB), mas manteve a inelegibilidade por oitos anos do ex-governador Agnelo Queiroz (PT) está alinhado à estratégia de defesa do presidente Michel Temer, para evitar uma condenação que tiraria o peemedebista do Palácio do Planalto. 

O ministro Henrique Neves considerou que “não há no caso como ser declarada a inelegibilidade do recorrente Nelson Tadeu Filippelli, em face da impossibilidade de ele responder pelos atos praticados de responsabilidade do então governador”. De acordo com o tribunal, Agnelo uso indevido da logomarca do governo na campanha. O petista também foi multado em R$ 30 mil.

Segundo o site TopBuzz, "a tese exposta pela Corte do TSE e que cabe na medida das necessidades de Temer deve ser fartamente lembrada no julgamento das quatro ações as quais o presidente da República responde nesse tribunal". "Da mesma forma que Filippelli fez, a defesa de Michel Temer requer que as prestações de conta do PMDB sejam analisadas separadamente. No caso federal, o relator do processo é o ministro Herman Benjamin", diz.

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Ainda de acordo com a publicação, Temer se projetou na vitória de seu assessor".

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