Wikileaks: documentos revelam que gás cloro não foi usado na Síria

Documentos vazados pelo portal Wikileaks da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) afirmam que não foi usado gás cloro em ataque na cidade de Douma, na Síria, em abril de 2018

Douma, Síria
Douma, Síria (Foto: REUTERS/Bassam Khabieh)


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Sputnik Brasil - O site publicou nesta sexta-feira (27) mais documentos da entidade sobre o rigor das investigações do ataque químico ocorrio na localidade síria. 

No início deste ano, o Wikileaks publicou uma série de informes críticos sobre a investigação da OPAQ relativa a Douma, incluindo alguns sugerindo que o relatório final tinha sido adulterado fatos obtidos durante missões no território. 

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"Hoje o Wikileaks publica mais documentos internos da OPAQ relativos à investigação sobre o suposto ataque químico em Duma em abril de 2018", informou o site em sua página na Internet. 

Quando o incidente foi noticiado pela primeira vez, países ocidentais culparam Damasco pelo ataque. No entanto, o governo da Síria negou envolvimento, afirmando que a ação tinha sido efetuada por militantes locais e a organização Capacetes Brancos.

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Há meses, o Brasil 247 vem denunciando a armação:

- EUA se recusam a confirmar se possuem amostras que comprovam ataque químico em Douma

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- Rússia diz possuir ‘provas irrefutáveis’ da encenação química na Síria

- Produtor da BBC diz que vídeo de vítimas de 'ataque químico' na Síria foi encenado

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