Votação da reforma trabalhista acaba em repressão na Argentina
Assim como no Brasil, a Reforma Trabalhista causa conflitos na Argentina: manifestantes tentaram impedir a entrada dos parlamentares no Congresso para evitar que a sessão tivesse quórum; Macri, o Temer argentino, quer mudar as regras do tempo necessário para a aposentadoria e quer realizar cortes em pensões e aposentadorias; nos arredores do Congresso, há repressão contra os manifestantes: a polícia enfrentou os protestos com bombas de gás lacrimogêneo e jatos de água colorida - para marcar os manifestantes
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247 - Assim como no Brasil, a Reforma Trabalhista causa conflitos na Argentina. Manifestantes tentaram impedir a entrada dos parlamentares no Congresso para evitar que a sessão tivesse quórum. Maurício Macri, o Michel Temer argentino, quer mudar as regras do tempo necessário para a aposentadoria e quer realizar cortes em pensões e aposentadorias.
Também houve problemas para a entrada dos deputados da oposição no prédio. Os governistas, por outro lado, tentar forçar a presença dos 129 deputados necessário para começar a sessão e votar o projeto.
Nos arredores do Congresso, há repressão policial contra os manifestantes. Na terça-feira (12), a polícia desmontou as barracas de manifestantes que queriam acampar em frente ao Congresso, para impedir a entrada dos deputados. Por volta das 14h locais, a polícia enfrentou os protestos com bombas de gás lacrimogêneo e jatos de água colorida - para marcar os manifestantes.
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