Venezuela repudia 'manobra midiática' de Aécio e cia

O governo da Venezuela classificou como uma "grande mentira" que uma comitiva de senadores do Brasil teria sido bloqueada e atacada enquanto era transportada em um veículos a Caracas para visitar o opositor Leopoldo López; "Grupos da direita nacional e internacional pretenderam construir a partir de mentiras sobre a viagem de um grupo de senadores brasileiros que chegaram ao país com o único propósito de desestabilizar a democracia venezuelana e gerar confusão e o conflito entre países irmãos", diz a nota do governo de Nicolas Maduro

O governo da Venezuela classificou como uma "grande mentira" que uma comitiva de senadores do Brasil teria sido bloqueada e atacada enquanto era transportada em um veículos a Caracas para visitar o opositor Leopoldo López; "Grupos da direita nacional e internacional pretenderam construir a partir de mentiras sobre a viagem de um grupo de senadores brasileiros que chegaram ao país com o único propósito de desestabilizar a democracia venezuelana e gerar confusão e o conflito entre países irmãos", diz a nota do governo de Nicolas Maduro
O governo da Venezuela classificou como uma "grande mentira" que uma comitiva de senadores do Brasil teria sido bloqueada e atacada enquanto era transportada em um veículos a Caracas para visitar o opositor Leopoldo López; "Grupos da direita nacional e internacional pretenderam construir a partir de mentiras sobre a viagem de um grupo de senadores brasileiros que chegaram ao país com o único propósito de desestabilizar a democracia venezuelana e gerar confusão e o conflito entre países irmãos", diz a nota do governo de Nicolas Maduro (Foto: Leonardo Attuch)


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CARACAS (Reuters) - O governo da Venezuela classificou como uma "grande mentira" que uma comitiva de senadores do Brasil teria sido bloqueada e atacada enquanto era transportada em um veículos a Caracas para visitar o opositor Leopoldo López.

Os políticos brasileiros, que chegaram na quinta-feira ao aeroporto internacional de Maiquetía, a cerca de 24 quilômetros de Caracas, denunciaram nas redes sociais que o incidente obrigou-os a voltar ao aeroporto. No fim, a visita não pode se concretizar e eles voltaram a seu país.

Os senadores escreveram no Twitter que sua passagem não foi permitida e que algumas pessoas lançaram pedras contra o miniônibus que os transportaria a Caracas.

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"A Venezuela manifesta repúdio à manobra midiática", disse a chancelaria venezuelana em comunicado disponibilizado neste sábado em seu site.

"Grupos da direita nacional e internacional pretenderam construir a partir de mentiras sobre a viagem de um grupo de senadores brasileiros que chegaram ao país com o único propósito de desestabilizar a democracia venezuelana e gerar confusão e o conflito entre países irmãos", acrescentou.

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Caracas ressaltou que não negou a permissão de sobrevoo, nem obstruiu a principal via entre o aeroporto e a capital.

A chancelaria explicou que o percurso estava fechado devido a um acidente com um caminhão carregado com substâncias inflamáveis, que inclusive atrasou o percurso de um preso de segurança máxima expulso da Colômbia, supostamente implicado na morte de uma funcionária do canal de televisão Venevisión nos protestos de 2014.

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"A terceira grande mentira foi afirmar que a segurança e a integridade física desses senadores... estava comprometida", afirmou o Ministério das Relações Exteriores.

A Venezuela informou que alocou uma equipe especial de segurança à comitiva e reiterou seus "laços e amizade e cooperação com o Brasil".

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Diante do incidente, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil convocou na sexta-feira a embaixadora da Venezuela para esclarecer o acontecido.

López, de 44 anos, que tem estado em greve de fome, é acusado de incitar a violência durante os protestos antigovernamentais de 2014 que deixaram 43 mortos.

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(Reportagem de Deisy Buitrago)

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