Venezuela rechaça sanções dos EUA contra companhia aérea do país
O governo venezuelano rechaçou a sanção dos EUA contra a companhia aérea estatal, Conviasa. "Com esta nova medida coercitiva unilateral, extraterritorial e violadora do Direito Internacional e dos tratados internacionais que regulam o transporte aéreo, a administração Trump dá mais um passo em sua escalada de agressões contra o povo venezuelano", cita o comunicado
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Agência Sputnik - O governo venezuelano rechaçou a sanção que os EUA impuseram contra a companhia aérea estatal, Conviasa, considerando que a medida pretende afetar as empresas do país.
"A Venezuela rechaça energicamente o novo ataque do governo dos EUA e sua máquina imperial contra o povo venezuelano, suas instituições democráticas e suas empresas estatais, especificamente, a ilegal e arbitrária medida ditada pelo Departamento do Tesouro dos EUA contra nossas linhas aéreas nacionais Conviasa", diz o comunicado da chancelaria venezuelana.
Nesta sexta-feira (7), o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou a Conviasa e 40 de suas aeronaves. De acordo com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, o governo venezuelano depende em muito da companhia aérea para viajar ao exterior.
Nesse sentido, o comunicado ressalta que a nova medida viola os tratados internacionais relacionados ao transporte aéreo.
"Com esta nova medida coercitiva unilateral, extraterritorial e violadora do Direito Internacional e dos tratados internacionais que regulam o transporte aéreo, a administração Trump dá mais um passo em sua escalada de agressões contra o povo venezuelano", cita o comunicado.
O executivo também assegurou que a sanção contra a Conviasa busca afetar o plano "De volta à Pátria", que o governo de Maduro executa para repatriar os venezuelanos que migraram para outros países, bem como a "Missão Milagre", para o transporte de pacientes que precisem de operações oftalmológicas.
No dia 5 de fevereiro, o governo dos EUA havia ameaçado impor novas sanções contra a Venezuela.
A crise política no país sul-americano foi agravada em janeiro de 2019, quando o opositor Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino do país.
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