Venezuela quer acordo garantido para reabrir fronteira

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que enquanto não chegar a um "acordo garantido" com a Colômbia, não reabrirá as áreas de fronteira; "Esse fechamento será mantido para proteger o nosso povo, até que consigamos um acordo com a Colômbia para uma nova fronteira de paz, um acordo garantido", disse; "Proponho, desde já, um trabalho para que Juan Manuel Santos e eu assinemos um pacto de paz, respeito, convivência e coexistência de modelos políticos", completou

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que enquanto não chegar a um "acordo garantido" com a Colômbia, não reabrirá as áreas de fronteira; "Esse fechamento será mantido para proteger o nosso povo, até que consigamos um acordo com a Colômbia para uma nova fronteira de paz, um acordo garantido", disse; "Proponho, desde já, um trabalho para que Juan Manuel Santos e eu assinemos um pacto de paz, respeito, convivência e coexistência de modelos políticos", completou
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que enquanto não chegar a um "acordo garantido" com a Colômbia, não reabrirá as áreas de fronteira; "Esse fechamento será mantido para proteger o nosso povo, até que consigamos um acordo com a Colômbia para uma nova fronteira de paz, um acordo garantido", disse; "Proponho, desde já, um trabalho para que Juan Manuel Santos e eu assinemos um pacto de paz, respeito, convivência e coexistência de modelos políticos", completou (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Brasil - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou hoje (10) que enquanto não chegar a um "acordo garantido" com a Colômbia, não reabrirá as áreas de fronteira que estão fechadas.

"Esse fechamento será mantido para proteger o nosso povo, até que consigamos um acordo com a Colômbia para uma nova fronteira de paz, um acordo garantido", disse, em mensagem transmitida pelo canal estatal Venezuelana de Televisão. "Vamos estabelecendo uma nova fronteira, fluída, viva, mas de paz".

Nicolás Maduro pediu ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que resolva o assunto pela via diplomática e pediu explicações sobre a afirmação de que "a revolução bolivariana está se destruindo".

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"Proponho, desde já, um trabalho para que Juan Manuel Santos e eu assinemos um pacto de paz, respeito, convivência e coexistência de modelos políticos".

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Segundo Nicolás Maduro, desde o fechamento da fronteira, a Venezuela economizou US$ 2,5 milhões com a redução do contrabando de combustível.

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O presidente informou que na próxima semana Caracas vai sediar uma conferência internacional sobre os direitos humanos na fronteira e sobre o êxodo de colombianos para a Venezuela.

No dia 24 de agosto, as autoridades venezuelanas decretaram estado de emergência em seis municípios que fazem fronteira com a Colômbia. O objetivo, segundo o governo, é o combate a grupos paramilitares, ao narcotráfico e ao contrabando.

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O decreto presidencial suspendeu por 60 dias, prorrogáveis, as garantias constitucionais nos municípios de Bolívar, Pedro María Ureña, Junín, Capacho Nuevo, Capacho Viejo e Rafael Urdaneta, do estado de Táchira. A Venezuela fechou ainda as fronteiras dos municípios Lobatera, Ayacucho, Garcia de Hevia e Panamericano, também no estado de Táchira, a sudoeste de Caracas, ao mesmo tempo em que reforçou a presença militar na área.

Na última terça-feira (8), Maduro anunciou o fechamento de fronteiras nos municípios de Guajira, Mara e Almirante Padilla, no estado de Zúlia, no Nordeste do país.

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Desde o fechamento, segundo uma missão das Nações Unidas, mais de 1.100 colombianos foram repatriados e mais de 10 mil abandonaram a Venezuela voluntariamente.

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