Venezuela nega retaliação ao afastamento de Dilma

A Venezuela negou que tenha adotado qualquer medida contra o novo governo brasileiro, por ter chamado ao país embaixador Alberto Castellar (foto); segundo o Itamaraty, o governo venezuelano explicou que Castellar deixou Brasília para participar de um compromisso, agendado há algum tempo; explicação foi dada ao embaixador brasileiro na capital venezuelana

A Venezuela negou que tenha adotado qualquer medida contra o novo governo brasileiro, por ter chamado ao país embaixador Alberto Castellar (foto); segundo o Itamaraty, o governo venezuelano explicou que Castellar deixou Brasília para participar de um compromisso, agendado há algum tempo; explicação foi dada ao embaixador brasileiro na capital venezuelana
A Venezuela negou que tenha adotado qualquer medida contra o novo governo brasileiro, por ter chamado ao país embaixador Alberto Castellar (foto); segundo o Itamaraty, o governo venezuelano explicou que Castellar deixou Brasília para participar de um compromisso, agendado há algum tempo; explicação foi dada ao embaixador brasileiro na capital venezuelana (Foto: Romulo Faro)


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Agência Brasil

A Venezuela negou que tenha adotado qualquer medida contra o novo governo brasileiro, por ter chamado ao país embaixador Alberto Castellar. Segundo o Itamaraty, o governo venezuelano explicou que Castellar deixou Brasília para participar de um compromisso, agendado há algum tempo. A explicação foi dada ao embaixador brasileiro na capital venezuelana.

Ontem (13) o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anunciou a convocação do embaixador após a aprovação pelo Senado brasileiro da abertura dio processo de impedimento da presidenta Dilma Rousseff por até 180 dias.

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"Pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que venha para Caracas", disse Maduro, que considera que houve "um golpe de Estado" no Brasil, em declarações transmitidas por emissoras de rádio e de televisão.

Na sexta-feira, o Ministério das Relações Exteriores rebateu em nota oficiai as críticas feitas pelos governos da Venezuela, de Cuba, da Bolívia, do Equador e da Nicarágua quanto à legalidade do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff.

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