Venezuela envia mais 3 mil soldados à fronteira com Colômbia

A Venezuela ampliou o fechamentop da fronteira com a Colômbia eenviou mais 3 mil soldados para a área elevando a tensão na região fronteiriça; governo alega que está combatendo o contrabando e grupos ligados ao crime organizado; milhares de colombianos foram deportados ou tiveram que fugir da Venezuela com medo da repressão; disputa na divisa já resultou em uma rusga diplomática o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos

A Venezuela ampliou o fechamentop da fronteira com a Colômbia eenviou mais 3 mil soldados para a área elevando a tensão na região fronteiriça; governo alega que está combatendo o contrabando e grupos ligados ao crime organizado; milhares de colombianos foram deportados ou tiveram que fugir da Venezuela com medo da repressão; disputa na divisa já resultou em uma rusga diplomática o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos
A Venezuela ampliou o fechamentop da fronteira com a Colômbia eenviou mais 3 mil soldados para a área elevando a tensão na região fronteiriça; governo alega que está combatendo o contrabando e grupos ligados ao crime organizado; milhares de colombianos foram deportados ou tiveram que fugir da Venezuela com medo da repressão; disputa na divisa já resultou em uma rusga diplomática o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos (Foto: Paulo Emílio)


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Por Diego Oré, Reuters - A Venezuela ampliou o fechamento parcial de sua fronteira com a Colômbia e enviou mais três mil soldados à área para uma ação de repressão do crime que fez milhares de colombianos fugirem do país onde residiam e levou a acusações de abusos de direitos humanos.

A disputa na divisa ainda desencadeou um cisma diplomático entre o governo socialista do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a administração conservadora de seu colega, Juan Manuel Santos, na Colômbia.

Críticos dizem que Maduro está criando uma distração e apelando ao nacionalismo antes da eleição parlamentar de dezembro, na qual pesquisas mostram seu Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em desvantagem.

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O governo afirma que está enfrentando gangues do crime organizado que espalham violência contra os moradores na fronteira e drenam a economia da Venezuela, já atingida pela recessão, contrabandeando bens de consumo subsidiados, que vão da farinha à gasolina.

Depois de interditar os principais pontos de cruzamento no Estado de Táchira no mês passado, Maduro também ordenou o fechamento da passagem de Paraguachón, no Estado de Zulia, no norte do país, na segunda-feira.

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As comunidades indígenas locais Wayu e Guajiro, entretanto, serão poupadas da medida, que foi concebida para "conter o avanço do crime, dos criminosos, paramilitares e contrabandistas", acrescentou Maduro em uma reunião de gabinete.

Ele enviou três mil militares para a fronteira de 2 mil e 219 quilômetros, que se juntam aos dois mil já na região.

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Maduro ainda decretou um "estado de exceção" em três municípios de Zulia. Há uma medida semelhante em vigor em cinco municípios de Táchira, o que significa que as garantias constitucionais estão temporariamente suspensas.

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