Venezuela diz que EUA instigam guerra na América Latina a partir da OEA
embaixador da Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), Samuel Moncada (foto), denunciou nesta segunda-feira (3) que o governo dos Estados Unidos instiga uma guerra no continente latino-americano a partir desse organismo internacional
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247, com AVN - O embaixador da Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), Samuel Moncada (foto), denunciou nesta segunda-feira (3) que o governo dos Estados Unidos instiga uma guerra no continente latino-americano a partir desse organismo internacional.
"Os Estados Unidos instigam a guerra, financiam a guerra, equipam a guerra, beneficiam-se da guerra e vão querer aparecer como os salvadores humanitários", advertiu Moncada em declarações transmitidas pela Telesul.
Nesse sentido, assinalou que estas ações foram evidenciadas nesta segunda-feira (3), em uma sessão da OEA pelo embaixador estadunidense Carlos Trujillo, que instou os governos de Colômbia, Chile, Brasil e Peru - fortes agressores da Revolução Bolivariana - a atacar a Venezuela.
"Os Estados Unidos querem a guerra entre latino-americanos, que os latino-americanos nos matemos entre nós, então Trujillo pediu abertamente a Brasil, Chile, Peru e Colômbia que tomem a decisão difícil de atacar abertamente a Venezuela", assinalou.
Entre os pretextos que o governo estadunidense utilizaria para intervir na Venezuela se encontram conflitos em território colombiano e brasileiro, fatos que não dizem respeito à Venezuela.
"Ele, Trujillo, inventa uma guerra, porque quer o motivo para a agressão", denunciou o diplomata venezuelano.
Por outro lado, denunciou que desde a OEA se "ameaçou a integridade do presidente Nicolás Maduro".
"Está violando um tratado internacional que é o tratado do Estado Anfitrião que obriga os Estados Unidos a garantir acesso seguro às instalações das Nações Unidas, cuja sede se encontra em Nova York, e quando o presidente vai a Nova York não vai aos Estados Unidos, mas a um território considerado internacional que é o território das Nações Unidas com a qual os Estados Unidos se obrigam por meio desse tratado a garantir acesso a todos os chefes de Estado", indicou.
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