Venezuela denuncia na ONU que EUA querem pretexto para agressão militar
O embaixador venezuelano na Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada (foto), denunciou na sexta-feira (26) que "os traficantes da guerra em Washington estão desesperados para fabricar um incidente que justifique a agressão militar no país".
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AVN - O embaixador venezuelano na Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada (foto), denunciou na sexta-feira (26) que "os traficantes da guerra em Washington estão desesperados para fabricar um incidente que justifique a agressão militar no país". As declarações feitas através de sua conta no Twitter, referem-se à recente entrada de um avião militar espião dos Estados Unidos (EUA), em território venezuelano, ação que viola a lei internacional.
"A máscara humanitária e a luta pela liberdade já estão esgotadas. Agora vem o lado negro do império", escreveu ele na rede social. Em outra publicação, Moncada disse que a Organização dos Estados Americanos (OEA), juntamente com seus "mercenários da Venezuela", executam "operações de bandeira falsa, terrorismo econômico, ataques clandestinos e provocações" para construir um "casus belli" contra a nação.
Ele ressaltou que a reintegração que a Assembléia Nacional tenta conseguir, ao Tratado Internacional de Assistência Recíproca (TIAR), faz parte do plano que eles executam para atacar o país. "Seria a primeira vez que eles usariam o TIAR em 70 anos. E eles não fariam isso para defender um país latino-americano, mas para atacá-lo. Um tratado anacrônico da guerra fria é revivido para recolonizar a região. É por isso que a Venezuela o abandonou", disse ele.
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