União Europeia descarta sanções para resolver conflito entre Israel e Palestina

O porta-voz da diplomacia europeia,Peter Stano, referiu que ninguém levantou até agora a questão das sanções nos debates

Chamas e fumaça sobem durante ataques aéreos israelenses em meio a uma explosão de violência israelense-palestina, no sul da Faixa de Gaza em 11 de maio de 2021
Chamas e fumaça sobem durante ataques aéreos israelenses em meio a uma explosão de violência israelense-palestina, no sul da Faixa de Gaza em 11 de maio de 2021 (Foto: Reuters / Ibraheem Abu Mustafa)


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Sputnik Brasil - O bloco europeu negou estar ponderando a opção de sanções, sublinhando que ninguém a mencionou até agora e que se trata de uma opção de último recurso.

A União Europeia (UE) afastou a opção de sanções e defende uma solução diplomática para o conflito entre Israel e Palestina.

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"As sanções não são uma política, as sanções são um instrumento a ser usado quando tudo o resto falha [...] Estamos comprometidos com os esforços diplomáticos para encontrar uma solução para o conflito", disse Peter Stano, porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa.

Hoje, enfatizou, a prioridade é "parar a escalada para que não haja mais destruição, não haja mais pessoas morrendo, e para que o processo político significativo, o diálogo, possa ser retomado".

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O porta-voz da diplomacia europeia referiu que ninguém levantou até agora a questão das sanções nos debates.

A situação na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza palestina se agravou na noite do dia 10. Desde o início da escalada do conflito, mais de três mil foguetes foram disparados da Faixa de Gaza contra o território israelense, dos quais cerca de 1.210 foram interceptados. De acordo com as últimas informações, dez pessoas foram mortas em Israel e cerca de 50 pessoas foram gravemente feridas.

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Israel também lançou centenas de contra-ataques à Faixa de Gaza. De acordo com o embaixador palestino em Moscou, o número de palestinos mortos nos ataques aéreos israelenses chegou a 218, incluindo 58 crianças.

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