União Europeia amplia sanções contra russos
O Conselho da União Europeia acrescentou 146 membros do Conselho da Federação (Senado russo) e 14 empresários à sua lista
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(Sputnik) - O Conselho da União Europeia (UE) ampliou sua lista de pessoas físicas e jurídicas que são sancionadas por realizar ações que prejudiquem ou ameacem a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia.
Trata-se do Regulamento (UE) n.º 269/2014.
O Conselho acrescentou 146 membros do Conselho da Federação (Senado russo) e 14 empresários à sua lista.
Esses indivíduos incluem Dmitri Konov, Presidente do Conselho de Administração da PJSC SIBUR Holding; Dmitri Pumpianski, Presidente do Conselho de Administração da PJSC Pipe Metallurgical Company, bem como seus familiares; Mijaíl Oseyevski, presidente do PJSC Rostelecom; Dmitri Mazepin, CEO do JSC UCC Uralchem; Andrei Guriev, CEO e Presidente do Conselho de Administração da PJSC PhosAgro; Vadim Moshkovich, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Rusagro; Mikhail Poluboyarinov, CEO da OJSC Aeroflot; Vladimir Kiriyenko, CEO da VK Company Limited; e Sergei Kulikov, Presidente do Conselho de Administração da empresa RUSNANO LLC.
Por exemplo, no caso de Dmitri Pumpianski, diz-se que o empresário apoia as autoridades russas, bem como várias empresas públicas, e "se beneficia da cooperação com elas".
“Portanto, ele está envolvido em setores econômicos que fornecem uma fonte substancial de receita para o governo da Federação Russa, responsável pela anexação da Crimeia e pela desestabilização da Ucrânia”, diz o texto.
O Conselho da UE lembrou ainda que em 24 de fevereiro Pumpianski participou de uma reunião com vários empresários russos, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e outros membros do governo.
A reunião abordou as consequências das sanções já impostas e as medidas a serem tomadas nesse sentido.
"O fato de ele ter sido convidado a participar desta reunião mostra que ele faz parte do círculo íntimo de Vladimir Putin e que está apoiando ou realizando ações ou políticas que prejudicam ou ameaçam a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia, bem como como estabilidade e segurança na Ucrânia", disse a nota.
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou em 24 de fevereiro o lançamento de uma "operação militar especial" na Ucrânia, alegando que as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk, anteriormente reconhecidas por Moscou como estados soberanos, precisam de ajuda diante do "genocídio" de parte de Kiev.
Um dos objetivos fundamentais desta operação, segundo Putin, é “a desmilitarização e desnazificação” da Ucrânia.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que os ataques militares não são dirigidos contra instalações civis, mas buscam desativar a infraestrutura de guerra.
Numerosos países condenaram as ações da Rússia na Ucrânia e ativaram várias baterias de sanções individuais e setoriais que buscam infligir o maior dano possível à economia russa.
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