Última mensagem de submarino falava em curto-circuito
Canal argentino A2 revelou o texto da última mensagem que o submarino argentino desaparecido ARA San Juan enviou em 15 de novembro; "Entrada de água do mar através do sistema de ventilação no tanque de baterias №3 causou curto-circuito e começo de incêndio em uma bandeja de baterias. As baterias de proa estão fora de serviço. No momento [estamos] em imersão, propulsando com circuito dividido. Sem notícias do pessoal, vou manter informado", diz a mensagem
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Sputnik - Na segunda-feira (27), foi revelado o texto da última mensagem que o submarino argentino desaparecido ARA San Juan enviou em 15 de novembro.
O documento com a transcrição da mensagem, recebida por rádio, foi divulgado pelo canal argentino A2.
"Entrada de água do mar através do sistema de ventilação no tanque de baterias №3 causou curto-circuito e começo de incêndio em uma bandeja de baterias. As baterias de proa estão fora de serviço. No momento [estamos] em imersão, propulsando com circuito dividido. Sem notícias do pessoal, vou manter informado", diz a mensagem, citada pelo RT.
O porta-voz da Marinha argentina explicou o significado da mensagem, dizendo o seguinte:
"O comunicado informa sobre a entrada de água pelo tubo snorkel, um curto-circuito e princípio de incêndio", disse, acrescentando que [o problema] foi corrigido, [os tripulantes] isolaram a bateria e continuaram navegando com outro circuito; [o submarino] foi propulsado com o circuito de popa", escreve o RT.
O porta-voz da Marinha sublinhou que o submarino não tinha torpedos de combate.
"Pode ter havido um incêndio ou um arco elétrico [descarga similar a uma chama ou fagulha instantânea]" no interior do submarino, o que poderia ter causado uma implosão, disse Balbi.
O último sinal da embarcação foi registrado no alto do golfo San Jorge, nas águas argentinas do oceano Atlântico, a 432 quilômetros da costa da província de Chubut. A bordo se encontravam 44 tripulantes.
Doze dias após o desaparecimento da embarcação, a Marinha argentina assegura que ainda resta alguma possibilidade de encontrar a tripulação viva. Anteriormente foi anunciado que na zona de buscas foi detectado "um evento anômalo, singular, curto, violento e não nuclear, consistente com uma explosão".
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