UE pretende impor novas sanções contra a Rússia em razão dos referendos, diz Borrell

O anúncio foi feito pelo alto representante do bloco para a política externa, Josep Borrell

Josep Borrell
Josep Borrell (Foto: Reprodução)


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Sputnik Brasil - A União Europeia (UE) pretende impor novas sanções pessoais e setoriais contra a Rússia em razão dos referendos nas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk, bem como nas províncias de Kherson e Zaporozhie sobre a adesão à Rússia.

O anúncio foi feito pelo alto representante do bloco para a política externa, Josep Borrell, em comunicado lido nesta quarta-feira (21). A ameaça de novas sanções por conta dos referendos já havia sido feita por Borrell.

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"A Rússia, seus líderes políticos e todos os envolvidos na organização de referendos, bem como outras violações do direito internacional e do direito internacional humanitário na Ucrânia, serão responsabilizados e medidas restritivas adicionais contra a Rússia serão introduzidas o mais rápido possível, em coordenação com nossos parceiros", diz o comunicado

Segundo Borell, os países ainda não tomaram a decisão final sobre as entidades e pessoas que serão sancionadas.

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"Continuaremos a fornecer e aumentar o apoio militar à Ucrânia e estudaremos e adotaremos novas medidas restritivas, pessoais e setoriais", acrescentou.

Nesta semana, as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk (RPD e RPL), no Donbass, e as regiões de Kherson e Zaporozhie anunciaram que realizarão referendos sobre a integração de seus territórios à Rússia.

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De acordo com as regiões, o plebiscito é necessário para "defender-se contra atos terroristas" do governo ucraniano e de membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que lhe fornece armas "para matar civis".

A decisão das autoridades locais gerou reações no Ocidente. Enquanto a União Europeia (UE) ameaçou com novas sanções, a Ucrânia pediu tanques modernos e mais armamentos de seus aliados.

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Em discurso nesta quarta-feira (21), o presidente russo, Vladimir Putin, decretou mobilização parcial na Rússia devido ao novo desdobramento da operação militar especial para a desmilitarização ucraniana e a libertação de Donbass.

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