UE estuda usar ativos confiscados de cidadãos russos para financiar Ucrânia

Desde o início da operação militar russa na Ucrânia, em 24 de fevereiro, a UE sancionou não só a Rússia e membros do Estado, como dezenas de empresários

Bandeiras da União Europeia na sede da Comissão Europeia em Bruxelas, na Bélgica 06/03/2019
Bandeiras da União Europeia na sede da Comissão Europeia em Bruxelas, na Bélgica 06/03/2019 (Foto: REUTERS/Yves Herman)


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Sputnik - Autoridades da União Europeia estão avaliando a possibilidade de usar ativos confiscados de cidadãos russos para financiar a Ucrânia, segundo informações da agência Bloomberg.

"Neste momento, os ativos estão apenas congelados", disse Eric Mamer, porta-voz da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, quando solicitado a comentar, conforme noticiou a Bloomberg. "A presidente não pediu que isso fosse explorado."

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Desde o início da operação militar russa na Ucrânia, em 24 de fevereiro, a UE sancionou não só a Rússia e membros do Estado, como dezenas de empresários, incluindo alguns dos bilionários mais ricos do país.

Após a adoção das restrições, os Estados membros europeus imobilizaram ativos como iates, jatos particulares e propriedades. Somente a Itália congelou cerca de 780 milhões de euros (R$ 4,3 bilhões) em ativos, segundo do governo italiano, citado pela Bloomberg.

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A UE anunciou, nesta quinta-feira (18), que criaria uma força-tarefa para compartilhar informações entre seus membros a fim de aprimorar a implementação das medidas.

De acordo com um comunicado divulgado pelo braço executivo do bloco para anunciar a iniciativa, a força-tarefa "pretende dar um passo além: coordenará as ações dos Estados membros para apreender e, onde a lei nacional o exigir, confiscar bens dos oligarcas russos e belarussos".

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