UE condena uso 'excessivo da força' contra protestos na Venezuela

União Europeia condenou "o excessivo e desproporcional uso da força pelas forças de segurança" na Venezuela, onde as autoridades disseram que 10 pessoas foram mortas em confrontos entre manifestantes antigoverno e as forças de segurança durante a eleição convocada pelo governo do presidente Nicolás Maduro para a formação de uma Assembleia Constituinte; UE não mencionou se cogita a imposição de sanções contra a Venezuela, como considerado pelos Estados Unidos

Confronto entre manifestante e policiais durante protesto contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas 10/07/2017 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
Confronto entre manifestante e policiais durante protesto contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em Caracas 10/07/2017 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A União Europeia condenou nesta segunda-feira "o excessivo e desproporcional uso da força pelas forças de segurança" na Venezuela, onde as autoridades disseram que 10 pessoas foram mortas em confrontos entre manifestantes antigoverno e as forças de segurança.

O domingo foi um dos dias mais violentos na Venezuela desde o início dos protestos em abril, uma vez que foi realizada uma eleição convocada pelo impopular governo do presidente Nicolás Maduro para a formação de uma Assembleia Constituinte.

"A Venezuela elegeu legítima e democraticamente instituições cujo papel é trabalhar juntar e encontrar uma solução negociada para a atual crise. Uma Assembleia Constituinte, eleita sob circunstâncias duvidosas e às vezes violentas, não podem ser parte da solução", disse o serviço de política externa da UE.

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A UE não mencionou se cogita a imposição de sanções contra a Venezuela, como considerado pelos Estados Unidos.

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