Ucrânia é base do extremismo, diz líder religioso
A Ucrânia está se transformando em uma espécie de base para todo tipo de extremistas, sendo que alguns usam o país do Leste Europeu como ponto de treinamento, recrutamento de militantes e território de trânsito, afirmou o líder máximo da religião islâmica no país, Ahmed Tamim; ele se preocupa em especial com o perigo da concentração na Ucrânia de extremistas islâmicos e de outras correntes, como os neofascistas
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247, com Prensa Latina - A Ucrânia está se transformando em uma espécie de base para todo tipo de extremistas, sendo que alguns usam o país do Leste Europeu como ponto de treinamento, recrutamento de militantes e território de trânsito, afirmou o líder máximo da religião islâmica no país, Ahmed Tamim; ele se preocupa em especial com o perigo da concentração na Ucrânia de extremistas islâmicos e de outras correntes, como os neofascistas.
Nesta semana se realizou em Kíev, capital ucraniana, a primeira marcha neofascista com milhares de seguidores.
Tamim declarou que vários radicais islâmicos fazem parte dos destacamentos nacionalistas no conflito na região do Donbass, incluindo antigos combatentes da guerra da Chechênia.
A entrada em vigor de um acordo de exceção de visto entre a Ucrânia e a União Europeia permite o ingresso no país de membros de grupos terroristas como e chamado Estado Islâmico (EI), assinalou.
Alguns deles nem sequer disfarçam sua participação em operações terroristas no Oriente Médio ou seu pertencimento ao EI e outros grupos semelhantes, declarou Tamim.
O dirigente religioso admitiu que vários meios de comunicação pediram que ele guardasse silêncio sobre a situação dos referidos extremistas.
As autoridades ucranianas declararam como feriado nacional o dia do nascimento de Stepan Bandera, que criou o grupo armado UPA durante a ocupação nazista que colaborou com os fascistas alemães e participaram do extermínio de judeus e outros setores da população.
Depois do golpe de Estado da direita na Ucrânia, em fevereiro de 2014, com apoio de paramilitares neofascistas, foram destruídos na Ucrânia monumentos dedicados aos heróis soviéticos que libertaram esse país do nazismo alemão durante a Segunda Guerra Mundial.
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