Ucrânia coloca tropas em alerta máximo na fronteira com Crimeia

Presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, instruiu todas as unidades militares próximas à Crimeia e na região de Donbass para estarem no mais alto nível de prontidão para combate, após acusações russas de uma incursão ucraniana dentro da Crimeia; presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de usar táticas terroristas para tentar provocar um novo conflito e desestabilizar a Crimeia, anexada da Ucrânia por Moscou em 2014

Presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, instruiu todas as unidades militares próximas à Crimeia e na região de Donbass para estarem no mais alto nível de prontidão para combate, após acusações russas de uma incursão ucraniana dentro da Crimeia; presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de usar táticas terroristas para tentar provocar um novo conflito e desestabilizar a Crimeia, anexada da Ucrânia por Moscou em 2014
Presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, instruiu todas as unidades militares próximas à Crimeia e na região de Donbass para estarem no mais alto nível de prontidão para combate, após acusações russas de uma incursão ucraniana dentro da Crimeia; presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev de usar táticas terroristas para tentar provocar um novo conflito e desestabilizar a Crimeia, anexada da Ucrânia por Moscou em 2014 (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, disse nesta quinta-feira que instruiu todas as unidades militares próximas à Crimeia e na região de Donbass para estarem no mais alto nível de prontidão para combate, após acusações russas de uma incursão ucraniana dentro da Crimeia.

Separadamente, o porta-voz do Estado Maior da Ucrânia disse à Reuters que a Ucrânia está realizando exercícios militares programados no sul do país desde quarta-feira.

O presidente russo, Vladimir Putin, acusou Kiev na quarta-feira de usar táticas terroristas para tentar provocar um novo conflito e desestabilizar a Crimeia, anexada da Ucrânia por Moscou em 2014. A Ucrânia negou acusações e disse serem um pretexto cínico da Rússia para realizar mais ameaças militares contra a Ucrânia.

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