TV estatal russa diz que Trump é mais assustador que líder norte-coreano

Dmitry Kiselyov, âncora do principal noticiário semanal russo, "Vesti Nedeli", do canal estatal de TV Rossiya 1, que já elogiou Trump por sua "independência" do establishment político norte-americano, deixou as sutilezas de lado; "O mundo está a um suspiro da guerra nuclear", afirmou; "A guerra pode irromper como resultado da confrontação entre duas personalidades: Donald Trump e Kim Jong-Un. Ambos são perigosos, mas quem é mais perigoso? É Trump", afirmou; segundo ele, o presidente norte-americano possui "experiência internacional limitada, imprevisibilidade e uma prontidão de ir à guerra"

Dmitry Kiselyov, âncora do principal noticiário semanal russo, "Vesti Nedeli", do canal estatal de TV Rossiya 1, que já elogiou Trump por sua "independência" do establishment político norte-americano, deixou as sutilezas de lado; "O mundo está a um suspiro da guerra nuclear", afirmou; "A guerra pode irromper como resultado da confrontação entre duas personalidades: Donald Trump e Kim Jong-Un. Ambos são perigosos, mas quem é mais perigoso? É Trump", afirmou; segundo ele, o presidente norte-americano possui "experiência internacional limitada, imprevisibilidade e uma prontidão de ir à guerra"
Dmitry Kiselyov, âncora do principal noticiário semanal russo, "Vesti Nedeli", do canal estatal de TV Rossiya 1, que já elogiou Trump por sua "independência" do establishment político norte-americano, deixou as sutilezas de lado; "O mundo está a um suspiro da guerra nuclear", afirmou; "A guerra pode irromper como resultado da confrontação entre duas personalidades: Donald Trump e Kim Jong-Un. Ambos são perigosos, mas quem é mais perigoso? É Trump", afirmou; segundo ele, o presidente norte-americano possui "experiência internacional limitada, imprevisibilidade e uma prontidão de ir à guerra" (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Agora que as esperanças russas de uma melhora nas relações sob o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desapareceram, a mídia estatal da Rússia, que saudou sua vitória eleitoral, deu meia-volta, dizendo no domingo que ele é mais assustador que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un.

A decisão de Trump de realizar um ataque com mísseis contra a Síria, uma aliada da Rússia, de lançar uma bomba gigantesca no Afeganistão e se ater à posição do ex-presidente Barack Obama em relação à Crimeia significam que a esperança russa para que o líder norte-americano se tornasse um amigo do Kremlin vêm perdendo força.

Se a televisão estatal servir de exemplo, o discurso duro de Trump sobre o programa nuclear norte-coreano e sua decisão de despachar uma força de ataque naval para a região parecem ter enterrado qualquer expectativa russa de que Trump pudesse intervir menos do que seus antecessores em questões de política externa.

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Dmitry Kiselyov, âncora do principal noticiário semanal russo, "Vesti Nedeli", do canal de TV Rossiya 1, é visto por muitos como o maior apresentador pró-Kremlin do país. Ele já havia começado a pisar no freio da Trumpomania e a criticar o presidente dos EUA.

Mas no domingo, seu primeiro programa desde a primeira visita de Rex Tillerson a Moscou como secretário de Estado dos EUA, Kiselyov, que já elogiou Trump por sua "independência" do establishment político norte-americano, deixou as sutilezas de lado.

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"O mundo está a um suspiro da guerra nuclear", afirmou Kiselyov. "A guerra pode irromper como resultado da confrontação entre duas personalidades: Donald Trump e Kim Jong-Un. Ambos são perigosos, mas quem é mais perigoso? É Trump".

Depois ele disse que ambos compartilham alguns traços negativos: "Experiência internacional limitada, imprevisibilidade e uma prontidão de ir à guerra".

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O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, não quis dizer se a visão do âncora ecoa a da Presidência, mas disse que suas opiniões não são necessariamente intercambiáveis com a postura oficial. "Sua posição é semelhante, mas não todas as vezes", explicou Peskov.

Mesmo assim, o fato de Kiselyov ter liberdade para usar uma retórica tão dura sobre Trump provavelmente reflete o nível da revolta do Kremlin com o que vê como a incapacidade de Trump de cumprir sua promessa de esta

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belecer uma relação melhor com Moscou.

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