Turquia ataca EI em ofensiva para criar 'zona segura'

As operações militares continuarão enquanto a Turquia se sentir ameaçada, disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu; a Turquia intensificou drasticamente seu papel na coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate o Estado Islâmico depois de um atentado suicida que deixou 32 mortos em uma cidade perto da fronteira síria; os turcos têm prometido também lutar contra militantes curdos

As operações militares continuarão enquanto a Turquia se sentir ameaçada, disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu; a Turquia intensificou drasticamente seu papel na coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate o Estado Islâmico depois de um atentado suicida que deixou 32 mortos em uma cidade perto da fronteira síria; os turcos têm prometido também lutar contra militantes curdos
As operações militares continuarão enquanto a Turquia se sentir ameaçada, disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu; a Turquia intensificou drasticamente seu papel na coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate o Estado Islâmico depois de um atentado suicida que deixou 32 mortos em uma cidade perto da fronteira síria; os turcos têm prometido também lutar contra militantes curdos (Foto: Gisele Federicce)


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Por Ece Toksabay

ANCARA (Reuters) - Caças e forças terrestres da Turquia realizaram uma ofensiva contra militantes do grupo Estado Islâmico na Síria e acampamentos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão no Iraque ao longo da noite de sábado, numa campanha que Ancara disse ter o objetivo de ajudar a criar uma "zona segura" em faixas do norte sírio.

A Turquia intensificou drasticamente seu papel na coalizão liderada pelos Estados Unidos que combate o Estado Islâmico depois que um homem-bomba, suspeito de integrar o EI, matou 32 pessoas num atentado contra uma cidade perto da fronteira síria. Os turcos têm prometido também lutar contra militantes curdos.

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A nova postura turca tem levantado preocupações sobre o futuro do frágil processo de paz curdo. Os críticos, incluindo políticos de oposição na Turquia, acusam o presidente turco, Tayyip Erdogan, de tentar usar a campanha contra o Estado Islâmico como um pretexto para reprimir os curdos.

As operações militares continuarão enquanto a Turquia se sentir ameaçada, disse o primeiro-ministro turco, Ahmet Davutoglu, em uma coletiva de imprensa. O Estado Islâmico assumiu o controle de maior parte das regiões norte e leste da Síria, quatro anos após o início da guerra civil no país.

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"Tais operações não são 'operações pontuais' e vão continuar enquanto houver ameaças contra a Turquia", disse ele.

A Turquia foi pela maior parte do tempo uma integrante relutante da coalizão de combate ao Estado Islâmico, posicionamento que irritou Washington, diante da pouca efetividade dos ataque aéreos norte-americanos em "degradar e destruir" as capacidades do EI.

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