Tsipras luta para parlamento grego aprovar reformas
Primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, luta para obter a aprovação de parlamentares ao acordo de resgate para manter a Grécia no euro, enquanto os credores do país, pressionados pelo FMI para que ofereçam uma alívio da dívida, enfrentavam dificuldades para concordar com uma tábua de salvação financeira.; Tsipras enfrenta uma rebelião em seu partido antiausteridade Syriza para conseguir a aprovação no Parlamento de abrangentes reformas pró-mercado e cortes no orçamento
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Reuters - O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, luta nesta quarta-feira para obter a aprovação de parlamentares ao acordo de resgate para manter a Grécia no euro, enquanto os credores do país, pressionados pelo FMI para que ofereçam uma alívio da dívida, enfrentavam dificuldades para concordar com uma tábua de salvação financeira.
Após concordar relutantemente em negociar o terceiro resgate de credores internacionais sob termos duríssimos, Tsipras precisa enfrentar uma rebelião em seu partido antiausteridade Syriza para conseguir a aprovação no Parlamento de abrangentes reformas pró-mercado e cortes no orçamento.
"É um acordo difícil, um acordo que apenas o tempo mostrará se é economicamente viável", disse o ministro das Finanças grego, Euclid Tsakalotos, a parlamentares durante um debate sobre as reformas.
Dezenas de parlamentares, incluindo membros de destaque do Syriza e do partido minoritário da coalizão governista, podem rejeitar o resgate parcial ou totalmente, forçando Tsipras a depender de parlamentares pró-Europa da oposição para vencer a votação, que é esperada para depois da meia-noite na Grécia.
Uma eleição antecipada pode surgir na sequência se a maioria parlamentar do primeiro-ministro entrar em colapso, e, em um sinal prévio de problemas por vir, a vice-ministra das Finanças apresentou abruptamente sua carta de renúncia, enquanto o ministro da Energia declarou que não apoiará o acordo.
"A escolha entre o resgate ou a catástrofe é uma escolha feita sob terror", disse Panagiotis Lafazanis, que lidera a linha de extrema esquerda do Syriza, a repórteres.
Tsipras tem descrito o acordo como uma "via de mão única" imposta sobre a Grécia, e o restante de seu governo compartilha de seu ceticismo.
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