Trump volta a defender uso de tortura contra o terrorismo
Pré-candidato pelo Partido Republicano á Presidência dos Estados Unidos Donald Trump voltou a defender o uso da tortura como um meio para derrotar o terrorismo e fortalecer o país; segundo ele, a prática do waterboarding (técnica que simula o afogamento) deve ser legalizada; " temos um inimigo que não joga de acordo com as leis (extremistas do grupo Estado Islâmico) . Quando falamos sobre leis, eles riem da nossa cara. Temos que reforçar as leis para que possamos combatê-los. Eu sempre obedeceria a lei, mas gostaria que a lei fosse expandida. Nós devemos usar algo mais forte do que temos agora. Hoje o waterboarding não é permitido, até onde eu sei. Eu quero que, no mínimo, ele seja permitido", disse
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247 - O pré-candidato pelo Partido Republicano á Presidência dos Estados Unidos Donald Trump voltou a defender o uso da tortura como um meio para derrotar o terrorismo e fortalecer o país. Declaração foi feita menos de 48 depois dele afirmar que jamais instruiria os militares a desobedecerem a lei. Segundo ele, a prática do waterboarding (técnica que simula o afogamento) deve ser legalizada.
Trump já havia defendido o uso do waterboading em novembro do ano passado e em fevereiro deste ano. Nest sábado, em entrevista ao programa Face the Nation, exibido pela rede de televisão CBS, o republicano disse que a prática, "no mínimo", deve ser legalizada.
"Nós temos um inimigo no Oriente Médio [a facção terrorista Estado Islâmico] que está decapitando pessoas e as afogando em gaiolas. Nós temos um inimigo que não joga de acordo com as leis. Quando falamos sobre leis, eles riem da nossa cara. Temos que reforçar as leis para que possamos combatê-los. Eu sempre obedeceria a lei, mas gostaria que a lei fosse expandida. Nós devemos usar algo mais forte do que temos agora. Hoje o waterboarding não é permitido, até onde eu sei. Eu quero que, no mínimo, ele seja permitido", declarou.
"Hoje não usamos o waterboarding porque ficamos muito fracos e ineficazes. É por isso que ainda não derrotamos o Estado Islâmico. É essa mentalidade", completou.
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